sexta-feira, 15 de outubro de 2010

The Byrds (1968) The Notorius Byrds Brothers


Dê-lhe Byrds: “The Notorius Byrds Brothers”, de 1968. Os então integrantes da banda (já sem Gene Clark), na foto, da esquerda para a direita, no sentido horário: Roger McGuinn, Chris Hillman, David Crosby (que saiu durante a gravação do disco) e Michael Clarke (que, tendo se machucado no período da gravação, foi substituído em algumas faixas por Jim Gordon e Hal Blaine).

The Byrds (1968) The Notorius Byrds Brothers (*)

Músicas:
1. Artificial Energy (McGuinn, Hillman, Clarke) 2:18
2. Goin' Back (King, Goffin) 3:26
3. Natural Harmony (Hillman) 2:11
4. Draft Morning (Crosby, Hillman, McGuinn) 2:42
5. Wasn't Born To Follow (King, Goffin) 2:04

6. Get To You (Clark, McGuinn) 2:39
(Segundo a Wikipedia, a autoria da música é creditada erroneamente a Hillman e McGuinn)
7. Change Is Now (Hillman, McGuinn) 3:21
8. Old John Robertson (Hillman, McGuinn) 1:49
9. Tribal Gathering (Crosby, Hillman) 2:03
10. Dolphin's Smile (Crosby, Hillman, McGuinn) 2:00
11. Space Odyssey (McGuinn, Hippard) 3:52
12. Moog Raga [Instrumental] [reissue bonus tracks] (McGuinn) 3:24
13. Bound To Fall [Instrumental] [reissue bonus tracks] (Brewer, Mastin) 2:08
14. Triad [reissue bonus tracks] (Crosby) 3:29
15. Goin' Back [Version One] [reissue bonus tracks] (King, Goffin) 3:55
16. Draft Morning [Alternate End] [reissue bonus tracks] (Crosby, Hillman, McGuinn) 2:55
17. Universal Mind Decoder [Instrumental] [reissue bonus tracks] (Hillman, McGuinn) 13:45
(De acordo com a Wikipedia, a música que dá título à faixa dura 3m 32s; após, quando chega aos 4m 32s, começa "The Notorious Byrd Brothers Radio Advertisement", que perdura até alcançar 5m 41s; finalmente, ao 6m 42s inicia "Dolphin's Smile" [In-studio Argument], de autoria de Crosby, Hillman e McGuinn, que vai até o fim)
Músicos:
The Byrds
Roger McGuinn: Guitar, Moog Synthesizer, Vocals
David Crosby (devido à sua saída do grupo antes do término da gravação do disco, participa apenas das faixas 4, 7, 8 a 10, 13 a 17; informação da Wikipedia): Guitar, Electric Bass, Vocals
Chris Hillman: Electric Bass, Vocals, Mandolin (faixa 4)
Michael Clarke: Drums (faixas 1, 4, 8 a 10, 16, 17)
Músicos adicionais:
Clarence White: Guitar
James Burton: Guitar
Red Rhodes: Pedal Steel Guitar
Paul Beaver: Piano, Moog Synthesizer
Terry Trotter: Piano
Gary Usher: Moog Synthesizer, Percussion, Backing Vocals
Barry Goldberg: Organ
Dennis McCarthy: Celeste
Jim Gordon: Drums (faixas 2, 3, 5, 13 a 15)
Hal Blaine: Drums (faixas 6, 7)
Lester Harris: Cello
Raymond Kelley: Cello
Paul Bergstrom: Cello
Jacqueline Lustgarten: Cello
Victor Sazer: Violin
Carl West: Violin
William Armstrong: Violin
Alfred McKibbon: Double Bass (Bowed)
Ann Stockton: Harp
Richard Hyde: Trombone
Jay Migliori: Saxophone
Roy Caron: Brass
Virgil Fums: Brass
Gary Weber: Brass
Dennis Faust: Percussion
Curt Boettcher: Backing Vocals
Gene Clark (provável): Backing Vocals (faixas 2 e 11)
(*) CD lançado em 1997, com 6 faixas bônus, acima assinaladas (12 a 17)


13 comentários:

Anônimo disse...

Vamos melhorar pessoal. Da uma mudada de tecla pfvor

Celso Loos disse...

PQP até pedindo por favor, essa galera se esconde.

Pena que não esteja postando CSN&Y. Daí poderia dar uma mudada com CS, YS, NY, CN e outras letrinhas mais huaahuhauhauhaua


Nem sei pra que passei aki pra te dar essa força Duga.... afinal, a última vez que fiz isso vc veio com um papo estranho de pagar com a discografia do(a) (toc,toc,toc)

Abração

dugabowski disse...

Valeu, Celso, pela força. E tu sabes que a promessa de pagamento pela força anterior foi apenas uma brincadeira. O fato é que é desanimador. A discografia dos Byrds (a meu juízo, uma banda importante no cenário roqueiro), que estou fazendo diariamente, contempla todos os discos relançados com faixas bônus, ou seja, certamente muitas pessoas ainda não têm, pois possuem a versão original. De mais a mais, tive o cuidado de colocar a discografia sempre como uma postagem secundária e não a principal. E, como se não bastasse, o download é opcional... E, mesmo assim, a gente ganha um comentário desses. A falta de comentários, por si só, já é desestimulante; mas pior do que a carência de comentários é esse TIPO de comentário. Não consigo entender a mentalidade dessas pessoas: pra agradecer, fazer um elogio ou mesmo trocar idéias a respeito de uma postagem, aí bate a preguiça; contudo, pra esculachar, aí a energia vem a galope. Não sei; ultimamente venho refletindo, com mais frequencia do que antes, se vale a pena continuar ou não. Vamos ver. Um grande abraço, Celso, e mais uma vez obrigado. Aliás, são pessoas como tu que nos estimulam a permanecer, por enquanto.

Celso Loos disse...

Ahh, era brincadeirinha? Tenho que parar com esse lance de acreditar em tudo que leio kkkkk

Bem, se não corro aquele risco, à carga então.

Eu acho engraçado esse tipo de coisa: Existem zilhões de blogs por ai, que postam todo tipo de coisa. De samba à Jazz; de Ópera à sertanejo, enfim tem pra todo o gosto (e falta dele também)....

Aí vem um cara, estaciona diariamente em 1 ou 2 lugares, alimenta-se quietinho da ração que lhe fornecem e não diz um único "valeu".

Num belo dia que depara-se com aquilo que ele não curte, aí sim - como tu bem di\estes - a energia vem a galope.

Tá bom que sair agradecendo e/ou acrescentando algo em todos os downloads que fazemos diariamente não é fácil. Mas não custa dar uma escalonada e pentelhar um de cada vez, né não?

Mas o que acho pior não é isso. Ruim mesmo é que esses fodões não tem coragem sequer de criar um nick para esculhambar. Tem que se esconder no anonimato.

Desse mal não morro.

Valeu

dugabowski disse...

É isso aí, Celso. Nada a acrescentar às tuas palavras. Por sinal, eu adoto um critério para fazer comentários, em qualquer blog: se eu gosto da postagem, comento; se eu não gosto, silencio. Por que vou entrar num blog para avacalhar o trabalho de alguém, se eu tenho a opção de ir pra outro lugar, não baixar, não ler, etc., etc., etc.? Fazer isso, no meu modo de ver, tem um nome: sadismo. Mais um abraço, Celso, e outra vez obrigado pelo "suporte".

Ed disse...

Não entra nessa não Duga. Dê uma olhada depois nos posts do Flynville Train. Deve ser o mesmo cara que postou lá. Desconfio que não seja frequentador do SDN e sim alguém só querendo avacalhar mesmo. Minha desconfiança é que seja a mesma pessoa daquele site que fez cópia dos materiais do Collective Collection, que a gente andou rebatendo lá sua atitute de não referenciar o CC. Muita coincidência não?
Continue assim meu amigo, pois além do material que você disponibiliza ser de altíssimo nível a gente percebe claramente sua dedicação em pesquisas para enriquecer mais ainda o conteúdo.

Abraços,

dugabowski disse...

É, Ed, talvez tu estejas certo. Afinal de contas, desde que colaboro com o blogo, nunca me deparei com comentários desse quilate. E, agora, de uma hora par outra, começaram a aparecer. É, realmente, muita coincidência. Obrigado pela força e pelas palavras gentis. Um grande abraço.

Ser da Noite disse...

Fala, Duga.

Ainda estou naquela batalha de correção de provas e com pouco tempo para o blog mas não posso deixar de comentar a série de posts do Byrds: excelente, meu camarada.
Depois, quando vc esgotar este material, vamos juntá-los no Collective Collection.
[ ]s

Em tempo: provavelmente o mané anônimo do priméro comentário acima vai pungar os links para o blog dele.

Maicon disse...

Belíssimo trabalho do blog sobre uma das melhores bandas americanas: The Byrds.

Particularmente é o meu disco favorito, pois para mim é o disco que carrega em si tudo o que os Byrds tinham feito antes e o que ainda fariam.

E de goleada, o mais zoneado, com David Crosby deixando a banda no meio das gravações, Gene Clark entrando no grupo durante 3 semanas e desistindo de novo, pouco antes do lançamento oficial Michael Clarke deixa o grupo desanimado com as coisas, e ainda assim conseguiram lançar um clássico

Maicon disse...

Opa, faltou colocar um "da banda" após teclar disco favorito. Abraços!

dugabowski disse...

Valeu, Ser, pelo apoio. E, quanto ao mané, acho que é o mesmo que reclamou do "som magrinho" duma postagem do Ed. A linguaguem é idêntica: "vamos melhorar". Então acho que o cara tá de sacanagem mesmo. É aquela velha história: tem gente que veio ao mundo apenas pra encher o saco, do nascimento até a morte; uma sina que, lamentavelmente, os demais têm que aguentar... Um abraço, Ser.

dugabowski disse...

Maicon, acho que todo o fã dos Byrds tem o seu predileto. Eu prefiro o último, "The Byrds", com a formação original. Tive em vinil, depois em CD e não canso de escutar. Mas a discografia toda da banda (à exceção, talvez, de "Sweetheart Of The Rodeo", em que os caras exageraram no country) é colecionável, sem pestanejar. Aguarde que virão os "ao vivo". Obrigado pelo comentário. Um abraço.

Anônimo disse...

Este é o meu preferido,depois vem DR BYRDS AND MR HYDE,mas este é especial.
Pra min é o sgt peppers dos passarinhos ,perfeito,psycho,harmonico entre outros adjetivos,e com a edição especial então ficou melhor.
Gracias!!!
FERNANDO DE PORTO ALEGRE