quarta-feira, 17 de março de 2010

BADFINGER, sem comparação...


Badfinger (1970) No Dice
[Rock'n'Roll]

Line-up:
Pete Ham - vocals, guitar, keyboards
Tom Evans - vocals, bass, guitar
Joey Molland - vocals, guitar, keyboards
Mike Gibbins - vocals, drums, percussion, keyboards


Track list:
01. "I Can't Take It" (Pete Ham) – 2:57
02. "I Don't Mind" (Tom Evans, Joey Molland) – 3:15
03. "Love Me Do" (Molland) – 3:00
04. "Midnight Caller" (Ham) – 2:50
05. "No Matter What" (Ham) – 3:01
06. "Without You" (Ham, Evans) – 4:43
07. "Blodwyn" (Ham) – 3:26
08. "Better Days" (Evans, Molland) – 4:01
09. "It Had To Be" (Mike Gibbins) – 2:29
10. "Watford John" (Evans, Gibbins, Ham, Molland) – 3:23
11. "Believe Me" (Evans) – 3:01
12. "We're for the Dark" (Ham) – 3:55

Bonus Tracks do CD:
13. "Get Down" (Evans, Gibbins, Ham, Molland) – 3:43
14. "Friends Are Hard to Find" (Molland) – 2:28
15. "Mean Mean Jemima" (Molland) – 3:41
16. "Loving You" (Gibbins) – 2:51
17. "I'll Be the One" (Evans, Gibbins, Ham, Molland) – 2:54


[HF] [142MB]

Badfinger foi uma banda de rock formada em Swansea, País de Gales no início dos anos 1960 que se tornou um dos primeiros representantes do gênero power pop, pós anos 60. Durante a década de 1970 a banda ficou marcada como sendo a herdeira aparente dos The Beatles, em parte devido à sua estreita relação de trabalho com eles e em parte por causa de seu som semelhante. A banda teve quatro consecutivas canções de sucesso no mundo inteiro e contribuiu com "Without You", um sucesso, número um Billboard, para Harry Nilsson, que foi gravado por centenas de artistas. Os dois mais conhecidos e principais cantores e compositores do Badfinger, Pete Ham e Tom Evans cometeram suicídio em 1975 e 1983.

Embora este tenha sido o segundo lançado com o nome Badfinger, este é considerado atualmente como o primeiro álbum coerente da banda. O anterior lançamento do Badfinger, "Magic Christian Music", foi uma compilação de cinco faixas de material mais recente e nove faixas gravadas para um álbum anterior por uma versão anterior da banda chamada The Iveys. "No Dice" foi o primeiro álbum gravado como Badfinger e incluíndo o guitarrista Joey Molland pela primeira vez. Badfinger iria gravar os seus próximos quatro álbuns, incluindo suas gravações mais bem sucedidas, com este line-up.

"No Dice" esteve no número 28 na Billboard Hot 200 chart. Amplamente elogiado em revistas de música daquela época, a revista Rolling Stone observou que isto representava o que The Beatles teria se tornado se tivessem mantido a sua fórmula inicial.
O single deste LP, "No Matter What", alcançou nos Estados Unidos o número oito no Hot 100 da Billboard em 1970. A canção é frequentemente considerada como uma oferta inicial no gênero power pop. Outro destaque são as faixas "Better Days", "I Don't Mind" e "We're for the Dark". O álbum também contém a versão original de "Without You". Embora nunca o Badfinger tenha lançado a canção como um single, foi levado para o número um nas paradas da Billboard de 1972 por Harry Nilsson, e novamente se tornou um hit de Mariah Carey de 1994. "Without You" foi a que mais rendeu em dinheiro para o Badfinger em royalties publicados, tendo sido gravado por mais de 180 artistas. A música também foi escolhida para fornecer o título da biografia de Dan Matovina de 1997, Without You: A trágica história de Badfinger.
"No Dice" é um termo de gíria que significa "não é possível". Foi o primeiro dos três álbuns intitulados pelo baixista Tom Evans. O termo foi originalmente usado em jogos de dados: quando um lance está fora do jogo ou não deitado, o lançamento não é válido e é classificado como "No Dice".
(Tradução livre do inglês da Wikipedia)

Novamente fica difícil classificar o Badfinger, afinal, como classificaríamos os Beatles? Rock'n'Roll? Power-Pop? British Pop? Classic Rock? Não sei, mas gosto deles pela digestão fácil e rápida, como os Beatles, músicas bem feitas (apesar de muito simples), como os Beatles, com bons músicos, diferente dos Beatles, mas com pouco carisma, também diferente dos Beatles, sem querer, evidentemente, fazer aqui nenhum tipo de comparação, afinal Beatles é Beatles, e não tem comparação!

B. B. King by Juca Pirama


B. B. King (2008) One Kind Favor

O último disco de estúdio gravado por essa lenda viva que se apresentou no Brasil esse mês. Gravado com um time de peso, é blues da melhor qualidade, como não poderia deixar de ser, e com o mestre fazendo uma coisa de cada vez como sempre. Só com covers, esse disco pra mim é dos melhores discos de estúdio do B. B. King, não devendo nada aos discos clássicos dos anos 60. Esse disco venceu o Grammy 2008 de melhor disco de blues. Destaque para "See That my Grave Is Kept Clean", "How Many More Years", "Blues Before Sunrise" e minha preferida no disco e "Waiting For Your Call". Juca Pirama

Personnel:
B. B. King: guitar, e vocals
Dr John: keyboards, Hammond
Nathan East: bass
Jim Keltner: drums
Jay Bellerose: drums
Neil Larson: keyboards

Tracks:
1. See That my Grave Is Kept Clean
2. I Get So Weary
3. Get These Blues Off Me
4. How Many More Years
5. Waiting For Your Call
6. My Love Is Down
7. The World Is Gone Wrong
8. Blues Before Sunrise
9. Midnight Blues
10. Blackwater Blues
11. Sittin' on Top Of The World
12. Tomorrow Night


[MU] [65MB @VBR]

terça-feira, 16 de março de 2010

Mike Bloomfield ao vivo dispensa comentário


Mais uma postagem em que eu não vou falar nada (e de um disco ao vivo novamente; acho que preciso dar uma pausa nos alive, mas como o meu estoque é grande e gosto dos álbuns, não sei não... pressinto que vou continuar). Desta vez, entretanto, não só para obedecer à correta orientação looseana (“em boca fechada não entra mosca”), mas também porque o disco é autofalante (é, taí um bom neologismo para a cena musical... como sinônimo de auto-explicativo). De mais a mais, basta ler (sim, é pra isso que serve) a biografia do Michael Bloomfield, estampada adiante, contando a fantástica trajetória do guitarrista, para se ter certeza de que qualquer comentário aqui (mas não ali embaixo) é desnecessário (*). Então, como diria o famoso sociólogo e ex-primeiro senhor dos trópicos, Fernando Henrique “esqueçam o que eu escrevi” Cardoso: chega de nhenhenhém e vamos ao que interessa.













Mike Bloomfield (2008) Live At The Old Waldorf (San Francisco, CA, 1976/1977)

Músicas:
1. Blues Medley: Sweet Little Angel/Jelly Jelly (Bihari, Eckstein, Hines, King) 7:45
2. Feel So Bad (Hopkins, Hopkins, Willis) 4:26
3. Bad Luck Baby (Gravenites) 5:52
4. The Sky Is Cryin’ (James) 5:53
5. Dancin’ Fool (Gravenites) 3:49
6. Buried Alive In The Blues (Gravenites) 4:55
7. Farther Up The Road (Robey, Veasey) 3:16
8. Your Friends (Malone) 7:18
9. Bye, Bye (Gravenites) 4:25
Músicos:
Mike Bloomfield: Guitar
Mark Adams: Harmonica
Barry Goldberg: Organ (Hammond)
Nick Gravenites: Guitar (Rhythm), Vocals
Bob Jones: Guitar, Vocals
Mark Naftalin: Piano
George Rains: Drums
Roger Troy: Bass, Vocals
(Line-up retirado do site allmusic)


[FU] [104MB @320kbps]

A biografia de Michael Bloomfield, que segue, em versão livre do inglês, foi escrita por Jan Mark Wolkin e extraída do site oficial do músico; aliás, quem tem alguma dúvida sobre a primorosa carreira do biografado, aconselho uma olhadinha na sua “pequena” discografia, lá catalogada; isso que o cara viveu apenas 38 anos...
Michael Bloomfield Bernard nasceu em 28 de julho de 1943, em Chicago, Illinois. Um estudante indiferente e autodenominado um pária social, Bloomfield mergulhou no mundo multicultural da música que havia em Chicago na década de 1950.
Ele ganhou sua primeira guitarra aos 13 anos. Inicialmente atraído pelo rock de Elvis Presley e Scotty Moore, Bloomfield logo descobriu o eletrificado blues nativo de Chicago. Com 14 anos, o exuberante prodígio da guitarra começou a visitar os bares de blues no sul de Chicago com o amigo Roy Ruby, em busca de seus novos heróis: músicos como Muddy Waters, Otis Spann, Howling Wolf e Magic Sam. Não contente em assistir as exibições na platéia, Bloomfield era conhecido por pular para o palco, perguntando se podia sentar-se e simultaneamente conectar sua guitarra e começar a tocar os riffs.
Bloomfield foi rapidamente aceito na zona sul, tanto por sua habilidade quanto pela novidade de ser um músico branco jovem tocando numa parte da cidade onde poucos brancos eram avistados. E ele logo descobriu um grupo de vagabundos com os quais se identificou. Jovens músicos brancos, como Paul Butterfield, Nick Gravenites, Charlie Musselwhite e Elvin Bishop também estavam procurando seus espaços, como fãs de bluesmen conhecidos, muitos dos quais tinham idade suficiente para serem seus pais.
Além de tocar com as estrelas da vez, Bloomfield começou a procurar os bluesmen mais velhos, tocando e gravando com Sleepy John Estes, Yank Rachell, Little Brother Montgomery e Big Joe Williams, entre outros. A esta altura, ele estava administrando um bar de Chicago de música folk, o Fickle Pickle, e frequentemente contratava velhos tocadores de blues acústico para as sessões de terça-feira à noite. Big Joe Williams celebrou aqueles tempos na canção “Pick A Pickle”, com a frase “Você conhece Mike Bloomfield... sempre tratará você bem... venha para o Pickle toda terça à noite”. O relacionamento de Bloomfield com Big Joe Williams está documentado em “Me And Big Joe”, um curta-metragem comovente, detalhando as aventuras de ambos na estrada.
O trabalho de Bloomfield como guitarrista chamou a atenção de John Hammond Sr., legendário produtor e caça-talentos da CBS, que voou para Chicago e imediatamente o contratou. No entanto, a CBS não sabia exatamente como promover o seu novo artista, recusando-se a lançar qualquer uma das faixas gravadas pela banda de Bloomfield, que incluía o gaitista Charlie Musselwhite.
Com um contrato, mas não muito mais do que isso, Bloomfield voltou a tocar em bares de Chicago até ser abordado por Paul Rothchild, produtor dos álbuns da Paul Butterfield Blues Band. Bloomfield foi recrutado para tocar slide guitar e piano em gravações antigas (mais tarde lançadas como “The Lost Elektra Sessions” – comentário meu: o disco já foi postado aqui no SdN), que foram rejeitadas por não captarem fielmente o som da banda. Embora mais competidores do que amigos (“Eu conheci Paul [e eu] tinha medo dele”, lembrou Mike), a adição de Bloomfield à Butterfield Band colocou Paul Butterfield ao lado de um músico de igual calibre – Paul e Michael inspiraram-se e desafiaram-se mutuamente, assim como trocavam riffs e idéias musicais, um estabelecendo um padrão e o outro o seguindo, aprimorando-o e entregando-o de volta.
Entre as sessões de gravação com a Butterfield Band, Bloomfield colaborou com Bob Dylan no clássico álbum “Highway 61 Revisited” e apareceu com ele no Newport Folk Music Festival de 1965, quando Dylan chocou o público purista de música folk ao tocar rock and roll eletrificado (nota minha: tenho sérias dúvidas acerca da afirmação; tanto quanto sei, a irritação do público decorreu do fato de Bob Dylan ter usado guitarra elétrica ao invés de violão acústico; mas a música, ao que me consta, não era rock and roll [acredito que, naquela época, início da sua carreira, Dylan nem sonhava em tocar rock algum dia]; era folk). Declinando uma oferta de Dylan para participar de sua banda de turnês, Bloomfield e a Butter Band retornaram ao estúdio; com a adição do pianista Mark Naftalin, eles finalmente capturaram seu som ao vivo em vinil.
Os dois primeiros álbuns da Butterfield Blues Band, as sessões com Dylan e as aparições ao vivo como músico da Butterfield Band consolidaram firmemente Bloomfield como um dos guitarristas mais talentosos e influentes da América. O segundo álbum apresentou a composição de Bloomfield, “East-West”, que marcou o início de uma era de longas improvisações instrumentais psicodélicas.
Bloomfield deixou a Butterfield Blues Band no início de 1967, ostensivamente para dar ao guitarrista original Elvin Bishop, nas palavras de Mike, “um pouco de espaço”. Mas, sem dúvida, ele também estava descontente com a posição de Paul Butterfield como bandleader e ansioso para liderar sua própria banda.
Essa banda, The Electric Flag, incluiu velhos amigos de Bloomfield de Chicago: o organista Barry Goldberg e o cantor e compositor Nick Gravenites, bem como o baixista Harvey Brooks e o baterista Buddy Miles. A banda foi bem recebida em sua estréia oficial no Festival Pop de Monterey, mas rapidamente se desfez, devido às drogas, aos egos e à má gestão.
Bloomfield, cansado da estrada, sofrendo de insônia e desconfortável no papel de astro da guitarra, voltou a São Francisco para compor trilhas sonoras para o cinema, produzir outros artistas e tocar em gravações de estúdio. Uma dessas gravações foi uma jam com o tecladista Al Kooper, que já havia trabalhado com Bloomfield em sessões com Dylan de 1965.
“Super Session”, o lançamento dali resultante, com Bloomfield e Stephen Stills repartindo as guitarras, mais uma vez impulsionou Bloomfield para a ribalta. A produção de Kooper e a improvisação natural das gravações capturaram o requintado som de Bloomfield: a execução rápida das notas, o incrível dedilhamento das cordas, o ataque preciso e o seu senso magistral de tensionar e distensionar.
Embora o “Super Session” tenha sido o disco de maior sucesso de sua carreira, Bloomfield o considerou uma fraude, um pretexto para vender mais discos em detrimento de uma busca de rumos musicais. Após um posterior álbum ao vivo, ele se “aposentou” em São Francisco e abaixou sua visibilidade.
Nos anos setenta, Bloomfield fez shows em São Francisco e raramente viajou com a Bloomfield And Friends, um grupo que normalmente era composto por Mark Naftalin e Nick Gravenites. Bloomfield também ajudou ocasionalmente os amigos, emprestando seu nome a projetos de gravações e propostas de negócios, como a infortunada reunião da Electric Flag em 1974 e o álbum da KGB em 1976. Em meados dos anos setenta, Bloomfield gravou vários álbuns, com enfoque no blues mais tradicional, para pequenas gravadoras. Ele também gravou, para a revista Guitar Player, um disco onde ensinava a tocar vários estilos de blues.
No fim dos anos setenta, problemas de saúde e as drogas levaram Bloomfield a um comportamento errático e a faltar aos shows, causando o afastamento de alguns dos seus antigos sócios. Bloomfield continuou a tocar com outros músicos, incluindo Dave Shorey e Jonathan Cramer. No verão de 1980 ele viajou para a Itália com o violonista clássico Woody Harris e a violoncelista Maggie Edmondson. Em 15 de novembro de 1980, Bloomfield se juntou a Bob Dylan no palco do teatro Warfield, em São Francisco, e fizeram uma jam de “Like A Rolling Stone”, a música que eles haviam gravado juntos 15 anos antes.
Michael Bloomfield foi encontrado morto em seu carro, em decorrência de uma overdose de drogas, em São Francisco, Califórnia, no dia 15 de fevereiro de 1981.

(*) Esqueçam o que eu escrevi (ué, onde é que eu ouvi essa frase?); é tudo mentira; a verdade é que a tradução da biografia do Mike Bloomfield me deu um trabalhão, que me tirou a mínima vontade de escrever alguma coisa a respeito do disco. Quem confessa merece perdão... ou não, Caetano?

segunda-feira, 15 de março de 2010

Scorpions by Ed


Scorpions (2010) Sting in the Tail

Recebi o link deste álbum de nosso coloborador Ed, com a seguinte nota:

"Mais uma boa, porém triste novidade. Bom... não sei se o Scorpions faz seu gosto pessoal. Se gosta... baixa logo...vale a pena, no que infelizmente marca o fim depois de mais de 40 anos de carreira dessa magnífica banda. Anunciado por eles na internet como seu ultimo álbum, "Sting In The Tail" será lançado oficialmente em 23 de março de 2010.

Entre as 12 músicas do novo trabalho há uma com a participação da vocalista Tarja Turunen, '04 - The Good Die Young'."

Band:
Klaus Meine - vocals
Rudolph Schenker - guitars
Matthias Jabs - guitars
Pawel Maciwoda - bass
James Kottak - drums

Tracks:
01 - Raised On Rock 04:01
02 - Sting In The Tail 03:15
03 - Slave Me 02:47
04 - The Good Die Young 05:17
05 - No Limit 03:26
06 - Rock Zone 03:20
07 - Lorelei 04:35
08 - Turn You On 04:26
09 - Let's Rock! 03:23
10 - Sly 05:19
11 - Spirit Of Rock3 03:45
12 - The Best Is Yet To Come 04:34


[RS] [107MB @320 kbps]

domingo, 14 de março de 2010

Morcegando: Leon Russell


Leon Russell (1997) Retrospective
[coletânea]

Tracks:
01 - A Song For You 04:09
02 - A Hard Rain's A-Gonna Fall 05:11
03 - The Ballad Of Mad Dogs And Englishmen 04:03
04 - Delta Lady 04:08
05 - Roll Away The Stone 03:11
06 - Tightrope 03:01
07 - Out In The Woods 03:38
08 - Shootout On The Plantation 03:13
09 - Stranger In A Strange Land 04:03
10 - Hummingbird 04:01
11 - Lady Blue 03:35
12 - This Masquerade 04:26
13 - Back To The Island 05:25
14 - Magic Mirror 04:59
15 - Crystal Closet Queen 03:01
16 - Bluebird 04:02
17 - Roll In My Sweet Baby's Arms 04:28
18 - Queen Of The Roller Derby 01:54

A carreira de Leon Russell inclui colaborações com ícones da música que vão desde Jerry Lee Lewis a Rolling Stones. Sua carreira solo inclui 23 álbuns lançados entre 1970 e 2008.

'Restropective', lançado em 21 de outubro de 1997, reune 'greatest hits' de Russell, entre eles: "Tight Rope", "Roll in My Sweet Baby's Arms", "Lady Blue", e "Back to the Island".


[RS] [95mb @192KBPS]

sábado, 13 de março de 2010

BOTECO DO SERES - CHAPLIN HARNESS


Chaplin Harness (1969) Chaplin Harness
[Psicodelic Rock]

Line-up:
Raymond Bozarth (vocals)
Rick Iannaconne (Guitar)
Edward Monroe (guitar)
Joseph Mingori (keyboards)
William Vespe (drums)

Track list:
01. Chances
02. Dit Dewey Man
03. Without You
04. Stitch
05. Walk on Mister
06. 3/4 Plaything
07. High on a Happy
08. Sheila
09. Peat Moss
10. Sure Am Sorry


[MF] [89MB]

Este Disco foi originalmente lançado como umas 50 cópias de teste em 1969 pela banda que era de Filadélfia. Esta é uma impressão de 600 com capa colorida brilhante psicodélica e fotos da banda nas costas. O álbum contém todas as canções originais e é mais psicodélico, com uma dupla de faixas de instrumental progressivo, com 11 músicas ao todo. A banda apresenta um grande cantor e o futuro lendário guitarrista Rick Iannaconne, que mais tarde fez um grande nome para si no mundo do jazz, tocando com Coltrane, Miles Davis, etc.

A gravação veio de fitas originais da banda e a qualidade do som é muito bom. As músicas incluem 'High on a Happy', 'Walk on Mister', e o clássico 'Dit Dewey Man', que é psychy, funky e flat out cool. As gravações de ensaio originais foram um item de coleção cobiçada por um longo tempo valendo centenas de dólares e fazendo desta reedição um clássico instantâneo. O álbum também apresenta uma inserção e o lançamento de 45 'Dit Dewey Man' como uma faixa bônus.

O grupo é de New Jersey, e gravou este álbum, no Mod Sound Studios. Grande música psicodélica do final dos anos 60 com guitarras distorcidas e órgãos pesados.

The Yardbirds desfalcada dos seus principais astros, mas ainda tocando um sonzão: “Live At B. B. King’s Blues Club”


O disco é uma gravação ao vivo da Yardbirds, feita em 2006, no B. B. King’s Blues Club, em Nova Iorque (o disco saiu até no Brasil e ainda está à venda), com dois fundadores da banda, Chris Dreja e Jim McCarty, acrescida de novos membros (com destaque para o gaitista Billy Boy Miskimmin), que, embora não conte mais, como é consabido, com os talentos dos seus mais conhecidos e famosos componentes, Eric Clapton, Jeff Beck e Jimmy Page, ainda soa muito boa. Receitado, sem contra-indicações, para os admiradores de blues e blues rock.













The Yardbirds (2006) Live At B. B. King’s Blues Club

Músicas:
1. Train Kept a Rollin’ (Bradshaw, Kay, Mann) 3:39
2. Please Don’t Tell Me ‘Bout the News (McCarty) 4:33
3. Drinking Muddy Water (Dreja, McCarty, Page, Relf) 3:54
4. Crying Out For Love (McCarty) 4:22
5. Heart Full Of Soul (Gouldman) 2:39
6. My Blind Life (Dreja) 3:57
7. The Nazz Are Blue (Beck, Dreja, McCarty, Relf, Samwell-Smith) 4:12
8. Mr. You’re A Better Man Than I (Hugg, Hugg) 3:12
9. Mr. Saboteur (McCarty) 5:14
10. Shapes Of Things (McCarty, Relf, Samwell-Smith) 2:42
11. Mystery Of Being (McCarty) 4:08
12. Rack My Mind (Beck, Dreja, McCarty, Relf, Samwell-Smith) 5:51
13. Over Under Sideways Down (Beck, Dreja, McCarty, Relf, Samwell-Smith) 3:08
14. Back Where I Started (Dreja, Fiddler, McCarty, Samwell-Smith) 8:29
15. For Your Love (Gouldman) 3:26
16. Still I’m Sad (McCarty, Samwell-Smith) 1:43
17. Dazed and Confused (Page) 4:44
18. I’m a Man (McDaniel) 5:10
19. Happenings Ten Years Time Ago (Beck, McCarty, Page, Relf ) 3:38
Músicos:
Chris Dreja: Guitar (Rhythm), Vocals (bckgr)
John Idan (*): Bass, Vocals
Ben King: Guitar
Jim McCarty: Percussion, Drums, Vocals (bckgr)
Billy Boy Miskimmin (*): Harmonica
(*) Segundo o site oficial da Yardbirds, Idan e Miskimim já não fazem parte da banda. Foram substituídos por Andy Mitchell (vocal principal e harmônica) e David Smale (baixo)


[FU] [178MB @320kbps]

A curta biografia da banda, que segue, foi retirada da Wikipedia editada em português (existem várias outras, mais detalhadas; mas acho que o essencial está aqui), com pequenas alterações.
The Yardbirds foi uma das mais importantes bandas de blues da Inglaterra nos anos 60. Além da qualidade do seu trabalho, ficou famosa por ter tido na sua formação ao longo do tempo, sucessivamente, Eric Clapton, Jeff Beck e, depois, Jimmy Page antes de fundar o Led Zeppelin. O grupo surgiu em Londres em 1963, mas só tornou-se conhecido quando Clapton entrou para a banda.
Nesta época, segundo o próprio Eric Clapton, eram cinco os integrantes que compunham o grupo: Keith Relf nos vocais e gaita, Cris Deja na guitarra base, Paul Samwell-Smith no baixo e Jim McCarty na bateria (Clapton, 2007, p. 57).
Fazendo covers do blues de Chicago, mas também investindo num estilo próprio, a Yardbirds chegou às paradas inglesas com a canção “For Your Love” (1964), que investia num estilo mais pop. Isto desagradou a Eric Clapton, na época um purista do blues, que deixou a banda. Em seu lugar entrou Jeff Beck, que levou o grupo para uma “guinada” psicodélica, e, em 1966, Jimmy Page foi convidado para entrar no grupo. Pouco depois, Beck saiu e Page assumiu a liderança do conjunto. A síntese “blues-rock” de 1965-1966 chamou a atenção da crítica, mas a banda não conseguiu grande sucesso comercial.
As divergências sobre que rumos a banda deveria tomar ocasionaram o seu fim. Jimmy Page ainda formaria em 1968 o New Yardbirds, banda que, mais tarde, mudaria seu nome para Led Zeppelin.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Morcegando: Taste


Taste (1971) Live At The Isle Of Wight

O festival na Ilha de Wight foi para a Europa o que Woodstock foi o E.U.A.. Na versão de 1970, realizado entre 26 e 30 de agosto daquele ano, muitos problemas surgiram como o de ter mais fãs de rock do que bilhetes disponíveis (aproximadamente 600.000).

A Taste se apresentou no primeiro dia do festival junto com Redbone, Fairfield Parlour, Lighthouse, Melanie, Chicago, Family e Cactus.

Band:
Rory Gallagher: Lead Guitar, Harp, Vocals
John Wilson : Drums
Richard McCracken: Bass

Tracks:
01 - What's Going On 05:39
02 - Sugar Mama 10:08
03 - Morning Sun 04:37
04 - Sinner Boy 05:30
05 - I Feel So Good 10:09
06 - Catfish 14:17


[RS] [45MB @128kbps]

quinta-feira, 11 de março de 2010

Golden Smog - Weird Tales, 1998

Este é um daqueles discos que entraram na minha categoria sleepers. Nada a ver com sonolento. Eu explico. São discos que, à primeira audição, não me causaram impacto, comoção, nem nada do gênero, mas me aguçaram a curiosidade, me deixaram com vontade de escutá-los novamente. E então, na segunda vez em que os escuto, dão aquele clic e entram na corrente sanguínea. Gentilmente, confortavelmente, sutilmente. E ficam ali pra sempre. Descobri essa banda meio por acaso, pela sua associação com os Jayhawks. Esta banda é um projeto paralelo, onde, ao longo dos anos, membros dos Jayhawks, do Wilco, do Soul Asylum, do Big Star, dos Honeydogs e dos Replacements se juntaram para eventualmente gravar canções que compuseram. Country-rock, folk, pop, roots, alt-country, americana, enfim, você escolhe o gênero. Pra falar a verdade, citei os gêneros apenas pra dar uma idéia básica pro leitor. Este não é um disco que mereça grandes elucubrações ou análises. Ele merece ser ouvido, saboreado, curtido e guardado naquele cantinho do coração e da mente que reservamos pras coisas que vão ficar com a gente durante nossa breve estada na sanidade... Boas canções, compostas por bons compositores e músicos, que as interpretam com tanta simplicidade que, ouvindo, a gente até pensa que é fácil compor e tocar. Mas não pensem que o disco é um repositório de leftovers... longe disso, dá pra sentir que os caras injetaram sangue no negócio. Apesar de ser uma colcha de retalhos (cada um compôs uma ou duas canções e apenas a performance foi coletiva), há uma espécie de coesão no disco, ele flue num mixto de melancolia, angústia, conforto, e, afinal, diversão, alegria e rock & roll. Tudo, enfim, que informa um bom disco de pop-rock, nos moldes clássicos. 'Nuff said, que vocês possam curtir esse obscuro pequeno-grande disco dos '90s.



quarta-feira, 10 de março de 2010

Firefall - Luna Sea


Firefall (1977) Luna Sea
[Folk Rock]

Line-up:
Jock Bartley - lead, electric, slide and acoustic guitars, vocals, percussion
Rick Roberts - vocals, acoustic and electric guitars
Larry Burnetts - vocals, electric and acoustic guitars
Marl Andes - bass, vocals
Michael Clarke - drums
David Muse - keyboards, sax, flute, harmonica

Track list:
01. So Long 5:28
02. Just Remember I Love You 3:18
03. Sold On You 0:33
04. Someday Soon 4:02
05. Just Think 4:14
06. Getaway 3:45
07. Only A Fool 4:25
08. Head On Home 4:04
09. Piece Of Paper 4:06
10. Even Steven 4:28
11. Tropical Night 4:07
12. Rainforest 2:27
13. Ya Never Know 5:19
14. Over You 3:47


[MF] [104MB]

Firefall é uma banda de rock formada em Boulder, Colorado, em 1974. Foi fundada por Rick Roberts, que esteve no The Flying Burrito Brothers e Jock Bartley, que tinha sido o substituto de Tommy Bolin no Zephyr. O maior hit da banda (single), "You Are the Woman", alcançou a posição # 9 na Billboard em 1976. Outros sucessos incluem "Just Remember I Love You" (# 11 em 1977), "Strange Way" (# 11 em 1978), "Cinderela" (# 34 em 1977) e "Staying With It" (# 37 em 1981) com Cantora Lisa Nemzo.
Esta banda faz o gênero próximo ao "America" e "Eagles", com uma tocada quase totalmente acústica e gostosa de se ouvir quando se quer relaxar, sem muito stress.
Eu sinceramente não sei como classificá-lo, mas particularmente gosto deste gênero de Rock com suas canções politicamente corretas, protestos a favor da natureza, da paz e do amor, principalmente por ser de fácil digestão, para dias mais "turbulentos".

terça-feira, 9 de março de 2010

The Hollies em estúdio: Distant Light (1971) e Romany (1972)


Inicialmente, cabe avisar que o download do disco dos Hollies ao vivo, postado há poucos dias aqui, já se encontra regularizado (pode baixá-lo agora, Celso; não precisa mais roer as unhas...), podendo ser baixado neste endereço: http://sharebee.com/e70d3b88. Peço desculpa pelo inconveniente; eu sei que é muito irritante baixar um disco e depois, na hora de ouvi-lo, constatar que é outro; mas, se isso consola, acreditem que o desapontamento por ter errado é muito pior.
Agora são os caras no estúdio, com dois bons trabalhos (podem me malhar à vontade, mas o disco “Distant Light”, pra mim, é um clássico; aliás, a cara de repé do Allan Clarke no encarte do álbum demonstra bem a boa “química” da banda na gravação do disco... pra bom entendedor, uma foto basta), realizados em sequência, num intervalo bem curto, e casualmente com a mesma empresa, Hipgnosis, atuando no design dos discos, incluindo as fotografias dos músicos. E uma curiosidade: em “Romany”, o vocalista não é o Allan Clarke, que tinha saído do grupo para seguir carreira solo, mas o novato Mikael Rickfors, que acabaria atuando em mais outro disco do Hollies, “Out On The Road”, de 1973, antes do retorno de Clarke, em 1974.
A biografia da banda já está no post do seu disco ao vivo.












The Hollies (1971) Distant Light

Músicas:
1. What A Life I've Led (Hicks, Lynch) 3:58
2. Look What We've Got (Hicks, Lynch) 4:07
3. Hold On (Clarke) 4:07
4. Pull Down The Blind (Sylvester) 3:30
5. To Do With Love (Hicks, Lynch) 3:29
6. Promised Land (Hicks, Lynch) 4:20
7. Long Cool Woman (In a Black Dress) (Clarke, Cook, Greenaway) 3:19
8. You Know The Score (Clarke, Sylvester) 5:37
9. Cable Car (Sylvester) 4:25
10. A Little Thing Like Love (Clarke, Macaulay) 3:19
11. Long Dark Road (Hicks, Lynch) 4:16
Músicos:
Allan Clarke: Lead Vocals
Tony Hicks: Guitar
Terry Sylvester: Guitar, Vocals
Bernie Calvert: Bass, Vocals
Bobby Elliott: Drums, Vocals


[FU] [88MB @320kbps]













The Hollies (1972) Romany

Músicas:
1. Won't We Feel Good That Morning (Leslie, Day) 3:24
2. Touch (Rickfors) 5:15
3. Words Don’t Come Easy (Jennings) 3:45
4. Magic Woman Touch (Jennings, Watt-Roy) 3:19
5. Lizzy And The Rainman (Henley, O'Dell) 3:20
6. Down River (Ackles) 4:10
7. Slow Down (Leslie, Day) 2:55
8. Delaware Taggett And The Outlaw Boys (Jennings) 3:10
9. Jesus Was A Crossmaker (Sill) 3:47
10. Romany (Jennings) 5:27
11. Blue In The Morning (Lynch, Hicks) 3:20
12. Courage Of Your Convictions (Rush, Cullers) 3:35
Músicos:
Bernie Calvert: Bass, Keyboards
Bobby Elliott: Drums
Tony Hicks: Guitar, Vocals
Mikael Rickfors: Vocals
Peter Robinson: Organ
Terry Sylvester: Guitar (Rhythm), Vocals


[FU] [88MB @320kbps]

segunda-feira, 8 de março de 2010

ENTREGA ESPECIAL PARA ANONIMOUS PART II


(2000) Live at Bob's Garage, Vol.1
[VA]

Track list:
01. Toadies- Possum Kingdom
02. Tonic- Open Up Your Eyes
03. Queensryche- Silent Lucidity
04. The Randy Bachman Band- You Ain't Seen Nothin Yet
05. Candlebox- Far Behind
06. Filter- Hey Man, Nice Shot
07. Queens of the Stone Age- If Only
08. Goodness- Superwise
09. Brother Cane- And Fools Shine On
10. The Melvins- Revolve
11.*Bonus Track* Collective Soul- Shine


[MF] [48MB]

Esta é uma compilação de raras performances "ao vivo" gravadas para a Rádio norte-americana KISW FM, atendendo ao nosso frequentador Anonimous II (existe o "I"???? rsrsrsrs). Enjoy it!

domingo, 7 de março de 2010

Boteco do Seres by Juca Pirama


Gilberto Gil e os Mutantes (1968) Gilberto Gil

Talvez o disco mais "beatle" gravado em terras tupiniquins, esse disco é nitidamente influenciado pelo Sgt Peppers. Com algumas paródias de poemas e de alguns temas da jovem guarda, esse disco é um marco do rock nacional, misturando elementos da música nacional com a batida do rock. Destaque também para a participação do maestro Rogério Duprat, o "Tom Jobim da tropicália", nos arranjos do disco.

Músicos:
Gilberto Gil
Arnaldo Baptista
Sérgio Dias
Rita Lee

Faixas:
1. Frevo Rasgado
2. Coragem pra Suportar
3. Domingou
4. Marginália II
5. Pega a Voga, Cabeludo
6. Ela Falava Nisso Todo Dia
7. Procissão
8. Luzia Luluza
9. Pé da Roseira
10. Domingo no Parque
11. Barca Grande
12. A Coisa Mais Linda Que Existe
13. Questão de Ordem (Com The Beach Boys)
14. A Luta Contra a Lata ou A Falência do Café


[MU] [88MB]

sábado, 6 de março de 2010

BOTECO DO SERES - HILL COUNTRY REVUE


Hill Country Revue (2009) Make a Move
[Southern Blues Rock]

Line-up:
Cody Dickinson - Guitar/Drums/Piano/Washboard
Chris Chew - Bass/Vocals
Ed 'Hot' Cleveland - Drums
Daniel Coburn - Vocals/Harp
Kirk Smithhart - Guitar/Vocals

Frequentemente acompanhados por:
Luther Dickinson- Guitar/ Vocals
Martin Shore - Drums
Garry Burnside - Guitar/Vocals
Aaron Julison- Bass/Vocals

Track list:
01. Alice Mae
02. Hill Country Revue
03. Dirty Shirt
04. You Can Make It
05. Let Me Love You
06. Talk About Me And You
07. Georgia Women
08. Highway Blues
09. Ramblin'
10. Growing Up In Mississippi


[MF] [104MB]

Hill Country Revue é uma banda de Southern Blues Rock da nova geração, formada pelo multiinstrumentista Cody Dickinson e o baixista Chris Chew (ambos ex-North Mississipi All Stars) em 2008. Tem uma "pegada" southern misturada com blues raíz e blues rock, tudo isto com arranjos modernos, criativos, uma batida por vezes "swingada", meio "funk", da bateria e solos e duelos muito bem colocados.
"Make a Move" é o seu álbum de estréia lançado no ano passado pela gravadora Razor and Tie Records e é composto na quase totalidade de canções do cantor/compositor Garry Burnside, filho mais novo do lendário "bluesman" RL Burnside.
Pra quem não sabe a dupla Cody/Chew tem tres prêmios Grammy e já dividiu o palco com muita gente "de peso" do Rock.
Não ouvi, sinceramente, neste disco nenhuma canção que eu pudesse dizer "esta não está no nível das outras", pois todas elas são excelentes e no mesmo patamar das demais.
Sem dúvida é uma revelação que promete. Esperemos sinceramente que "vinguem" pois são altamente recomendáveis...

sexta-feira, 5 de março de 2010

Guitar Shorty by Ed


Guitar Shorty (2006) We the People

Nascido David Kearney em 8 de setembro de 1939, em Houston, TX, ele começou a tocar guitarra em uma idade precoce. Suas influências foram BB King, Guitar Slim, T-Bone Walker, e Earl Hooker. Aos 17 anos Kearney já estava tocando de forma constante, em Tampa, FL. Uma noite, ele estava no palco de um clube quando soube que o misterioso "Guitar Shorty" anunciado não era outro senão ele! Em 1957, Shorty gravou seu primeiro single, "You Don't Treat Me Right", para a Cobra Chicago's Records, sob a direção de Willie Dixon. Três 45s em 1959 para minúsculo selo Pull Records, em Los Angeles completaram a discografia de Shorty por um bom tempo.

Durante os anos 60, casou-se com meia-irmã de Jimi Hendrix e viveu em Seattle.

Durante os anos 1970 ele trabalhou como mecânico, tocando a noite e fins de semana. Ele voltou a ser um músico a tempo integral em 1975, lutando por vezes, para fazer face às despesas. Em 1976 ele fez uma aparição no Gong Chuck Barris' Show, ganhando o primeiro prêmio com a execução da canção "They Call Me Guitar Shorty".

Em 1985, ele lançou seu primeiro álbum, 'On the Rampage' pela Olive Branch Records. Ele fez a sua primeira tour ao Reino Unido em 1991, e lá ele gravou "My Way or the Highway" com Otis Grand, que saiu pela JSP Records nesse mesmo ano. Isso lhe rendeu uma W.C. Handy Award e ganhou o interesse das gravadoras nos Estados Unidos. Shorty logo conseguiu um contrato em Nova Orleans com a Black Top Records.

Ele se juntou a Alligator Records, em 2004. Seu álbum desse ano - Watch Your Back - e seu álbum de 2006 We the People alcaçaram as posições 11 e 12, respectivamente, da Top Billboard Albums Blues. Billboard disse de 'We The People': "é difícil imaginar que ele tenha um álbum melhor do que este."

Um novo CD, pela Alligator Records, está previsto para 2010. [Wikipedia/allmusic]

Personnel:
Guitar Shorty - vocals, guitars
Jake Andrews - guitar
Wyzard - acoustic guitar, electric bass
John "J.T." Thomas - keyboards
Alvino Bennett - drums

Tracks:
01. We the People
02. What Good Is Life?
03. I Got Your Number
04. Runaway Train
05. Down That Road Again
06. Fine Cadillac
07. Can't Get Enough
08. Hurt So Old, A
09. Who Needs It?
10. Blues in My Blood
11. Cost of Livin'
12. Sonic Boom


[RS] [113MB @320kbps]

quarta-feira, 3 de março de 2010

THIN LIZZY - BLACK ROSE SESSIONS


Thin Lizzy (2001) Black Rose Sessions
[Hard Rock]

Line-up:
Brian Dowley - Drums & Percussion
Scott Gorham - Guitars
Gary Moore - Guitars & Vocals
Phil Lynott - Bass & Vocals
Heuey Lewis - Special Harmonics

Track list:
01- Rocklila
02- A Night in the Life of a Blue Singer
03- Cold Black Night
04- Hate
05- With Love
06- Parisienne Walkways
07- Black Rose
08- Got to Give It Up
09- Toughest Street In Town
10- Don´t Believe a World
11- Ode to a Black Man
12- Spanish Guitar
13- Parisienne Walkway
14- Are You Ready?
15- Black Mail
16- Waitting For An Alibi
17- Fanatical Fascists
18- Leaving Town
19- Just The Two Of Us


[MF] [83MB]

Esta é uma das versões do álbum "Black Rose" lançada em 2001 pelo selo alternativo Hard Rock Productions e contém desde gravações inéditas até lados "B" de Singles, demos, músicas que fazem parte do Disco oficial, mas que tem particularidades como "Got To Give It Up" e "Toughtest Street In Town", por exemplo, que originalmente tem letras diferentes, e a participação de Heuey Lewis tocando Harmônica.
Embora os detalhes não sejam prontamente disponíveis, é relatado que o álbum "Black Rose" como o conhecemos hoje não é a versão original. Aparentemente, em algum momento depois de ser liberado, ele foi retirado e algumas faixas foram removidas e outras adicionadas, antes de ser reeditado.
"Just The Two Of Us", lançado em "single", aparentemente foi um dos cortes a partir do lançamento original do álbum.
Em 1995 a Metal Blade Records em conjunto com a Warner Bros emitiu uma versão remasterizada do álbum nos E.U.A. apenas. Pequenas variações de embalagens a partir da versão original.
Abaixo, algumas informações adicionais sobre as músicas:

Gravado em 21 de janeiro de 1978 no Rampart Studios:
Rock Your Love (inédita, escrita por Jimmy Bain)
A Night In The Life Of A Blues Singer (versão longa)

Gravado em 22 de janeiro de 1978 no Rampart Studios:
Cold Black Night (inédita)
Hate (inédita)
With Love (Huey Lewis na harmonica)
Parisienne Walkways (Huey Lewis na harmonica)
Black Rose (Huey Lewis na harmonica)
Got To Give It Up (lenta, letra diferente)
Toughest Street In Town (letra considerada repugnante demais pela gravadora)
Don't Believe A Word (Lynott/Moore nos vocais)

Gravado em 01 de fevereiro de 1978 no Good Earth Studios:
Ode To A Black Man (versão original)
Spanish Guitar (demo/Letra diferente)
Parisienne Walkways (demo)
Are You Ready (inédita, versão de estudio)
Blackmail (inédita por Lizzy/cover pelo Wild Horses)
Waiting For An Alibi (mais lenta e com letra diferente)
Fanatical Fascists (Lynott nos vocais)

Data e Local de gravação desconhecidos:
Leaving Town (inédita)

BONUS Track:
Just The Two Of Us (B-side de "Do Anything You Want")

Excelente material de colecionador altamente indicado para quem gosta de hard rock e para fãs do Thin Lizzy, como eu.

terça-feira, 2 de março de 2010

Novo chamamento ao palco: Rod Stewart & The Faces, Free e The Hollies

Mais três discos ao vivo muito bons de três bandas muito boas. Fim de papo (seguindo a orientação looseana, de que o texto deve estar a serviço da postagem e não o contrário; traduzindo: quanto menos conversa, melhor).
Os dados biográficos das bandas foram extraídos novamente do catálogo “Rock em CD - O guia definitivo”, ed. 92/93, publicado pela Editora Azul em novembro de 1992.













Rod Stewart & The Faces (1974) Coast To Coast: Overture And Beginners (Live)

Músicas:
1. It’s All Over Now (Womack, Womack) 6:23
2. Cut Across Shorty (Walker, Wilken) 3:52
3. Too Bad/Every Picture Tells A Story (Stewart, Wood) 7:49
4. Angel (Hendrix) 4:31
5. Stay With Me (Wood, Stewart) 5:04
6. I Wish It Would Rain (Strong, Penzabene, Whitfield) 5:03
7. I’d Rather Go Blind (Foster, Jordan) 6:04
8. Borstal Boys/Amazing Grace (McLagan, Wood, Stewart; Traditional - Arr. D. Throat) 9:56
9. Jealous Guy (Lennon) 4:43
Músicos:
Rod Stewart: Vocals
Ian McLagan: Keyboards, Piano, Vocals
Ron Wood: Guitarra, Vocals
Kenney Jones: Drums
Tetsu Yamauchi: Bass, Trombone


[FU] [107MB @320kbps]

Quando o cantor e guitarrista Steve Marriott deixou os Small Faces, em abril de 69, os remanescentes Kenny (sic) Jones (bateria), Ian McLagan (teclados) e Ronnie Lane (baixo), depois de um período de incerteza, contaram com o reforço de Rod Stewart (voz) e Ron Wood (guitarra, vocais), recém-saídos do Jeff Beck Group. Esta nova formação abandonou o “Small” e partiu em turnê pelos EUA sob o nome de Faces.
Dois fatores contribuíram para tornar os Faces um grupo lendário. O primeiro foi a popularidade crescente de Rod Stewart em sua carreira solo (“Maggie May”). O segundo foi a eficiência do rock-rhytm’n’-blues-boogie dos Faces, graças ao entrosamento da dupla Wood/Lane. Entre 71 e 75, eles foram o único grupo capaz de rivalizar com os Rolling Stones no palco. E não é por acaso se os Stones chamaram Ron Wood para substituir Mick Taylor em 75, o que precipitou o fim oficial dos Faces.













Free (1971) Free “Live”

Músicas:
1. All Right Now (Fraser, Rodgers) 6:24
2. I’m A Mover (Fraser, Rodgers) 3:46
3. Be My Friend (Fraser, Rodgers) 5:56
4. Fire And Water (Fraser, Rodgers) 3:56
5. Ride On A Pony (Fraser, Rodgers) 4:30
6. Mr Big (Fraser, Kirke, Kossoff, Rodgers) 6:13
7. The Hunter (Croper, Dunn, Jackson, Jones, Wells) 5:29
8. Get Where I Belong (Fraser, Rodgers) 4:19)
9. Woman (Fraser, Rodgers) 4:33
10. Walk In My Shadow’ (Fraser, Kirke, Kossoff, Rodgers) 4:15
11. Moonshine (Kossoff, Rodgers) 9:08
12. Trouble On Double Time (Fraser, Kirke, Kossoff, Rodgers) 3:57
13. Mr Big (Sunderland) 5:26
14. All Right Now (Croydon) 4:43
15. Get Where I Belong (Alternative Take) 4:22
Músicos:
Paul Rodgers: Vocals
Paul Kossoff: Guitar
Andy Fraser: Bass
Simon Kirke: Drums


[FU] [134MB @256kbps]

Surgido no final do boom inglês de bandas de blues (Fletwood Mac, Bluesbreakers, Ten Years After, Yardbirds), o Free – Paul Rodgers (vocal), Paul Kossoff (guitarra), Andy Fraser (baixo) e Simon Kirke (bateria) – jamais consolidou todo o seu potencial. Em 70, Fire And Water proveu-lhes o maior hit de sua carreira: “All Right Now”. Nos anos seguintes a imaturidade, a morte de Kossoff e brigas constantes minaram o Free. Dois de seus integrantes (Paul Rodgers e Simon Kirke) reemergiram com mais sucesso no Bad Company.













The Hollies (1977) Live Hits (*)

Músicas:
1. I Can’t Let Go (Gorgoni, Taylor) 3:03
2. Just One Look (Carrol, Payne) 2:42
3. I Can’t Tell The Bottom From The Top (Fletcher, Flett) 3:45
4. Bus Stop (Gouldman) 3:18
5. Another Night (Clarke, Hicks, Sylvester) 4:20
6. 4th of July, Asbury Park (Sandy) (Springsteen) 4:06
7. Star (Clarke, Hicks, Sylvester) 3:34
8. My Island (Clarke, Hicks, Sylvester) 5:02
9. I’m Down (Clarke, Hicks, Sylvester) 4:08
10. Stop, Stop, Stop (Clarke, Hicks, Nash) 3:06
11. Long Cool Woman (In a Black Dress) (Clarke, Cook, Greenaway) 4:07
12. Carrie Anne (Clarke, Hicks, Nash) 3:16
13. The Air That I Breathe (Hammond, Hazelwood) 4:33
14. Too Young To Be Married Hicks (5:33)
15. He Ain’t Heavy, He’s My Brother (Russell, Scott) 4:57
Músicos:
Bernie Calvert: Bass, Piano, Fender Rhodes
Allan Clarke: Harmonica, Guitar (Electric), Vocals
Bobby Elliott: Percussion, Drums
Tony Hicks: Guitar (Acoustic), Guitar, Vocals, Harmony
Terry Sylvester: Guitar, Vocals, Harmony
Pete Wingfield: Keyboards
(*) De acordo com o site allmusic, as músicas foram gravadas durante uma turnê pela Nova Zelândia em 1976


[SB] [132MB @320kbps]

Formado por Allan Clarke (vocais), Graham Nash (guitarra, vocais), Tony Hicks (guitarra), Eric Haydock (baixo, depois substituído por Barry (sic) Calvert) e Bobby Elliot (bateria), os Hollies foram daqueles grupos que não existiriam sem o compacto. Daí a importância das diversas coletâneas de seus hits, que constituem o núcleo de sua discografia digital.
De 63 até hoje, os Hollies permaneceram durante 293 semanas na parada inglesa com 27 singles, sendo 17 deles entre os 10 primeiros.
Em 68, Graham Nash deixou o grupo e muda-se para os EUA onde se juntou aos amigos Stephen Stills e David Crosby. É substituído por Terry Sylvester e os Hollies retomaram a sequência de hits. Estouraram nas paradas “Sorry Suzanne”, “He Ain’t Heavy, He’s My Brother” e “The Air That I Breathe”, entre outros. Os Hollies continuam na ativa até hoje e ainda são extremamente populares.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Morcegando: Drive-By Truckers


Drive-By Truckers (2010) The Big To-Do

The Big To-Do, é o décimo álbum da banda americana de Southern Rock, Drive-By Truckers, que deverá ser lançado em 16 de Março de 2010.

Band:
Patterson Hood - vocals, guitar
Mike Cooley - vocals, guitar
John Neff - guitar, pedal steel
Jay Gonzalez - keyboards
Shonna Tucker - bass, vocals
Brad Morgan - drums

Tracks:
1. Daddy Learned to Fly
2. The Fourth Night of My Drinking
3. Birthday Boy
4. Drag the Lake Charlie
5. The Wig He Made Her Wear
6. You Got Another
7. This Fucking Job
8. Get Downtown
9. After the Scene Dies
10. (It’s Gonna Be) I Told You So
11. Santa Fe
12. The Flying Wallendas
13. Eyes Like Glue


[RS] [100MB @320kbps]

domingo, 28 de fevereiro de 2010

BOTECO DO SERES - RANDY BACHMAN


RANDY BACHMAN (1992) ANY ROAD
[Hard Rock]

Line-up:
Randy Bachman, Neil Young - guitar, vocals
Margo Timmins, Callianne Bachman - vocals
Denise McCann - harmonica, background vocals
Jason Sniderman - keyboards
Richard Cochrane - bass, background vocals
Billy Rea "Crash" Chapman - drums, background vocals
Allan Wiebe, Lovie Eli - background vocals

Track list:
01. Prairie Town
02. Any Road
03. I Wanna Shelter You
04. Overworked And Underpaid
05. 15 Minutes Of Fame
06. Tailspin
07. Vanishing Heroes
08. One Step Ahead Of The Law
09. It's Only Money
10. One Night In Texas
11. Why Am I Loneley
12. Prairie Town


[MU] [113MB]

"Randy Bachman, a lenda da pradaria, escritor e co-autor de algumas das melhores músicas do Canadá foi colocado no mapa agora por mais de quatro décadas, saiu com esse excelente CD na década de 90, anos depois de deixar o Bachman,Turner & Overdrive e antes do REAL Guess Who voltar a se reunir. Este álbum está cheio de grandes surpresas, incluindo uma canção escrita por seu filho e futura estrela Tal Bachman (que por sinal acaba de lançar seu segundo álbum). Este material estaria facilmente entre os melhores do BTO, incluindo o single Prairie Town, feito como um "straight-out" rocker com a presença especial de Neil Young, e como uma balada com a vocalista Margo Timmins do Cowboy Junkies. O resto é carne e batatas e rock'n'roll como "Underworked e Overpaid", a faixa-título, e muitas outras faixas. Agradável do início ao fim.

Enquanto Randy pode não ter uma voz como a de seus parceiros Srs. Cummings ou Turner, ele se adapta muito bem ao material. Bachman tem o dom e a capacidade de revelar coisas que te faz sentir bem logo a primeira vez que se ouve ... ouvindo este CD você saberá o que está acontecendo ao seu redor. Esta é a conversível de cima a abaixo, pedal-para-o-metal, takin'-care-of-business (desculpe, não pude resistir) rock and roll canadense do jeito que deveria ser de acordo com os seus verdadeiros mestres. Não deixe passar batido!"
(Texto extraido do Site http://zinhof.blog.hr, em tradução livre do inglês)

Particularmente, é um "Hardão" muito bom de ouvir, como nos velhos tempos de BTO, conforme dito acima, com seus bordões e riffs peculiares, baladinhas gostosas pelo meio, Neil Young fazendo a diferença em "Prairie Town" e músicas que você precisa ouvir na estrada, "Any Road" (também não pude resistir, hehehehe), seja de carro ou moto, porisso é um discão, mesmo não tendo nada de novo...

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Morcegando: Rebel Live



Um pack daquela banda rebelde, lançado em 2009, contendo um DVD um CD e um DVD bonus, gravados ao vivo.

Estamos postando os áudios dos DVDs e o CD e recomendando o download antes que denunciem os links.


Peter Hayes - guitar, bass, vocals
Robert Levon Been [aka Robert Turner] - bass, guitar, vocals
Leah Shapiro - drums


01 - Weapon Of Choice 02:53
02 - Rise Of Fall 03:57
03 - 666 Conducer 06:30
04 - Ain't No Easy Way 03:31
05 - Berlin 03:30
06 - Red Eyes And Tears 04:16
07 - Love Burns 03:50
08 - Mercy 05:21
09 - Dirty Old Town 03:55
10 - Promise 06:19
11 - Six Barrell Shotgun 06:14
12 - Spread Your Love 03:52
13 - Took Out A Loan 05:32
14 - Whatever Happened To My Rock'N'Roll (Punk Song) 04:48


01 - Berlin 02:31
02 - Weapon Of Choice 03:41
03 - Rise Or Fall 02:53
04 - 666 Conducer 03:56
05 - Ain't No Easy Way 06:09
06 - Weight Of The World 04:00
07 - Stop 04:17
08 - All You Do Is Talk 04:55
09 - Red Eyes And Tears 05:39
10 - As Sure As The Sun 04:14
11 - American X 06:09
12 - Spread Your Love 09:49
13 - Love Burns 04:06
14 - Mercy 03:26
15 - Dirty Old Town 05:52
16 - Promise 03:10
17 - Six Barrel Shotgun 07:14
18 - What Ever Happened To My Rock And Roll 06:09
19 - Punk Song 05:05
20 - Fault Line 03:52
21 - Took Out A Loan 06:34
22 - The Show Is About To Begin 08:12
23 - Heart And Soul 15:20


01 - Devils Waitn (Somerset House London 2007) 04:54
02 - Rifles T In The Park 04:24
03 - Feel It Now Jam 06:48
04 - BBC Radio Sessions Birmingham 12:40
05 - Recording Ain't No Easy Way 01:42
06 - Making Of The Weapon Of Choice Video 09:49
07 - In The Studio Featurette 04:11
08 - Recording The Line 03:53
09 - Recording Shuffle Your Feet 03:28
10 - Ain't No Easy Way 04:01
11 - Head Up High 05:11
12 - Need Some Air 04:33
13 - Stop 05:24
14 - American X (Short Film) 10:43

CD [RS]
[116MB @VBR]


DVD 1ª parte
[RS] [95MB @VBR]


DVD 2ª parte
[RS] [95MB @VBR]


DVD 3ª parte
[RS] [5MB @VBR]


DVD bonus
[RS] [100MB @VBR]