quarta-feira, 21 de outubro de 2009

PREMIATA FORNERIA MARCONI - Live in USA


Premiata Forneria Marconi (1974) Live in USA
[Prog Rock]

Line-up:
Franco Mussida - violão, guitarra, bandolim e vocal
Franz Di Cioccio - bateria, percussão e vocal
Flavio Premoli - piano, teclado, mellotron, sintetizador Moog e vocal
Jan Patrick Djivas - baixo
Mauro Pagani - violino, flautas e vocais

Track list:
01- Four holes in the ground
02- Dove... quando...
03- Just look away
04- Celebration
05- Mr. Nine till five
06- Alta loma five till nine


[MF] [46MB]

A PFM é uma excelente banda italiana de Rock Progressivo fundada em 1972 e que fez bastante sucesso ao longo dos anos 70, inclusive na Inglaterra e EUA, sendo a única banda de rock progressivo italiana a fazer sucesso fora do seu país (Le Orme talvez tenha feito algum sucesso, mas nada comparado ao PFM), estando na ativa até hoje.
Este Disco é o primeiro gravado "ao vivo" deles - também conhecido como "Cook" - e conseguiu o posto 150 da Bilboard (a melhor já alcançada por uma banda italiana).

Morcegando: Dan Baird


Dan Baird & Homemade Sin (2005) Feels So Good

Nascido e criado em San Diego, Baird se mudou para Atlanta, Geórgia, no início da adolescência. Ele é mais conhecido por seu trabalho com a banda The Georgia Satellites . Trabalhou também em vários outros projetos musicais e é produtor de discos.

Em 1993, "I Love You Period", do álbum "Love Songs for the Hearing Impaired", tornou-se sua canção solo, a entrar na lista da Billboard Hot 100, na posição # 26.

Em 2005, Baird começou a excursionar com sua própria banda, Homemade Sin. Ele já gravou com outros artistas, incluindo The Yayhoos e o músico de rock, Hoge Will. Baird foi um dos membros originais da banda de Hoge antes de sair para buscar empreendimentos individuais. Baird também se apresentou como membro da banda de música country, Summar Trent & The New Row Mob.

Mais recentemente, Baird juntou-se a Hoge em turnê, como guitarrista, durante uma parte de sua turnê de verão.

Band:
Dan Baird - guitar, vocals
Warer E. Hodges - lead guitar, vocals
keith Christopher - bass, vocals
Mauro Magelan - drums

Tracks:
# CD 1
01 - Dixie Beauxderaunt 05:48
02 - Julie And Lucky-I Love You Period 09:39
03 - Nights Of Mystery 06:31
04 - Younger Face 03:49
05 - L'il Bit 04:41
06 - Walkin' The Dog 05:36
07 - Look At What You Started 10:34
08 - It's All Over Now 06:39
09 - All Over But The Cryin'-Dan Takes Five 10:17
10 - Railroad Steel 06:40

# CD 2
01 - Theme Of Mauro 01:00
02 - Picture On The Wall 04:44
03 - 8 Days A Week 02:10
04 - Red Light 02:49
05 - Baby What You Want Me To Do 04:21
06 - Open All Night 02:50
07 - Keep Your Hands To Yourself 05:32
08 - Legs-Chance 05:54
09 - I Dunno 03:27
10 - Helpless 05:29

CD 1
[RS] [96MB @192kbps]


CD 2
[RS] [52MB @192kbps]

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Terça do Omar: Rod Price


Rod Price (2000) Open

Albun póstumo de Rod Price, "Open" es un disco de Blues con Mayúscula, interpretado con maestría del comienzo al fin por un Price que vuelve a su entigua pasión, ejecutando clásicos de los viejos mestres, Soony Boy Willamson, Robert Johnson, Muddy Waters, Big Bill Broonzy, Fredy King. Rod Price, que se tornara famoso con su banda Foghat, nos muestra a lo largo de este trabajo por que fue considerado uno de los principales guitarristas de rock, secundado en los vocales por su amigo y gaitista Shakey Vick, otro veterano del british-blues.
Personalmente adoro este disco pues soy fan de Price y pienso que su difución podría haber sido mas caprichada, quien experimente, quizás coincida conmigo.

Line up:
Rod Price: guitar, slide guitar, vocals
Tom Dawes: bass, vocals
Bruno Ravel: bass
Kinny Laundrum: Keyboards
John O.Really: drums
Shakey Vick: harp, vocals

Tracks:
01 - Sitting On Top Of The World 05:31
02 - Walking Blues 04:49
03 - Key To The Highway 04:35
04 - Dynaflite 04:01
05 - Bluebird Blues 07:10
06 - Long Distance Call 05:47
07 - Got Love If You Want It 05:00
08 - One More Time 04:10
09 - The Stumble 03:01
10 - Elevator Woman 04:04


[MC] [77MB @224kbps]

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Nash & Crosby


Graham Nash & David Crosby (1972)

Depois que o Crosby Stills Nash & Young encerrou pela primeira vez suas atividades, todos os componentes lançaram albuns solo. O de Crosby(If I Could Only Remember My Name) e Nash (Songs for Beginners), apesar dos elencos estelares nas bandas de apoio e das boas composições, não foram um sucesso comercial, apesar de muita badalados. Após alguns concertos realizados como dupla, e tendo em vista a boa receptividade, um trabalho conjunto em estúdio seria o passo lógico.
Acertaram em cheio, pois o album "Graham Nash & David Crosby", lançado em 1972, foi um grande sucesso de crítica e público, com excelente composições e tendo músicos pra lá de competentes no apoio - vide ficha técnica, abaixo.
"Graham Nash & David Crosby" foi lançado também no Brasil, em 1972, em LP com capa dupla (mas sem alguns detalhes em relação à original), ficha técnica, etc. pela gravadora Continental, selo ATCO. Um compacto do disco (Immigration Man/Whole Cloth) também foi lançado por aqui, naquele mesmo ano.


Track Lists e Line Ups (cortesia Wikipedia):

1."Southbound Train" (Graham Nash) – 3:54
Graham Nash - guitar, harmonica, vocals; David Crosby - guitar, vocals; Jerry Garcia - pedal steel guitar; Chris Ethridge - bass; Johnny Barbata - drums
2."Whole Cloth" (David Crosby) – 4:35
David Crosby - electric guitar, vocals; Graham Nash - piano, vocals; Danny Kortchmar - electric guitar; Craig Doerge - electric piano; Leland Sklar - bass; Russ Kunkel - drums
3."Blacknotes" (Nash) – 0:58
Graham Nash - piano, vocal
4."Stranger's Room" (Nash) – 2:28
Graham Nash - piano, harmonica, vocals; David Crosby - vocals; Danny Kortchmar - electric guitar; Craig Doerge - organ; Leland Sklar - bass; Russ Kunkel - drums; David Duke, Arthur Maebe, George Price - french horns
5."Where Will I Be?" (Crosby) – 3:23
David Crosby - guitar, vocals; Graham Nash - vocals; Dana Africa - flute; Craig Doerge - electric piano; Leland Sklar - bass
6."Page 43" (Crosby) – 2:56
David Crosby - electric guitar, vocals; Graham Nash - vocals; Danny Kortchmar - electric guitar; Craig Doerge - piano; Leland Sklar - bass; Russ Kunkel - drums
7."Frozen Smiles" (Nash) – 2:17
Graham Nash - piano, harmonica, vocals; David Crosby - electric guitar, vocals; Danny Kortchmar - electric guitar; Craig Doerge - electric piano; Leland Sklar - bass; Russ Kunkel - drums
8."Games" (Crosby) – 2:59
David Crosby - guitars, vocals; Graham Nash - vocals; Danny Kortchmar - electric guitar; Craig Doerge - piano; Leland Sklar - bass; Russ Kunkel - drums
9."Girl to Be on My Mind" (Nash) – 3:27
Graham Nash - organ, vocals; David Crosby - electric guitar, vocals; Danny Kortchmar - electric guitar; Craig Doerge - piano; Leland Sklar - bass; Russ Kunkel - drums
10."The Wall Song" (Crosby) – 4:37
David Crosby - electric guitar, vocals; Graham Nash - organ, piano, vocals; Jerry Garcia - electric guitar; Phil Lesh - bass; Bill Kreutzmann - drums
11."Immigration Man" (Nash) – 3:02
Graham Nash - piano, vocals; David Crosby - electric guitar, vocals; Dave Mason - electric guitar; Greg Reeves - bass; Johhny Barbata - drums




[RS] [59MB @245kbps VBR]

Morcegando: Truth and Janey

Truth and Janey foi uma banda de rock americana formada Iowa no final da década de 60. Ela tomou o nome do álbum de Jeff Beck, Truth e do membro do grupo, Billy Janey. A banda foi influenciada por 'power trios' tais como Cream e The Jimi Hendrix Experience. O grupo excursionou com Leslie West e realizou um festival de música com a Blue Öyster Cult. Eles foram incluidos no Rock 'n' Roll Hall of Fame de Iowa em 2005.

O grupo lançou três álbuns: 'No Rest for the Wicked' em 1976, gravado com recursos próprios e distribuido pelo selo Rockadrome, com uma tiragem de 1.000 discos; 'Just a Little Bit of Magic' de 1976, distribuido pelo selo Bee Bee; e 'Erupts!' de 1988, gravado ao vivo em 8 de abril de 1976 e distribuido pelo selo Monster.

Band:
Billy Lee Janey - vocals, guitar
Steven Bock - vocals, bass
Denis Bunce - drums



(1976) No Rest for the Wicked

Tracks:
01 - Down The Road I Go 03:58
02 - The Light 05:44
03 - I´m Ready 03:31
04 - Remember 09:04
05 - No Rest For The Wicked 04:48
06 - It´s All Above Us 04:24
07 - Ain´t No Tellin´ 03:38
08 - My Mind 05:55
09 - Midnight Horsemen 03:12
10 - Around And Around 02:20
11 - Under My Thumb 03:43
12 - Straight Eight Pontiac 02:22


[RS] [151MB @320kbps]



(1988) Erupts!

Tracks:
01 - No Rest For The Wicked 05:18
02 - Birth Of The Heart 09:05
03 - Universal Light 06:51
04 - A Child 03:04
05 - Building Walls 02:54
06 - Tunnel Of Tomorrow 08:13
07 - The Light 03:52
08 - One Down One To Go 04:53
09 - White Bread 05:21
10 - My Mind 07:22
11 - As I Am 05:07
12 - Ain't No Tellin 04:22
13 - Hard Road 05:32


[RS] [173MB @320kbps]

domingo, 18 de outubro de 2009

BOTECO DO SERES - Pilot



Pilot (1976) Morin Heights
[British Rock]

Line-up:
David Paton - Bass, Lead Vocal
Stewart Tosh - Drums, Vocals
Ian Bairnson - Guitar, Vocals
Peter Oxandale - Keyboards

Track list:
01.Hold On
02.Canada
03.First After Me
04.Steps
05.The Mover
06.Penny In My Pocket
07.Lies And Lies
08.Running Water
09.Trembling
10.Manic
11.Too Many Hopes


[MF] [34MB]

O Pilot foi formado em 1973 em Edimburgo, Escócia, por David Paton e Billy Lyall, que se juntaram com Stuart Tosh e Ian Bairnson para gravar várias demos entre 1973 e 1974.
Em 1974 o single "Magic" do seu primeiro álbum, produzido por Alan Parsons e escrito por Paton atingiu o 11° posto no Reino Unido e o 5° nos EUA se tornando um sucesso muito popular. O sucesso "January" deu a eles o primeiro lugar no Reino Unido, se tornando seu grande sucesso atingindo o topo da parada em janeiro de 1975.
Contudo o grupo surpreendentemente não "decolou" e o arranjador Andrew Powell ("January") acabou indo gravar com Kate Bush, e ambos Paton e Bairnson também participaram do seu primeiro álbum "The Kick Inside", que incluiu o megasucesso "Wuthering Heights".
Outros grandes sucessos da banda foram "Call me Around" e "Just a Smile" (ambos de 1975) e "Canada" (deste álbum que estamos postando). Por volta de 1977 apenas Paton e Bairnson eram da formação original e eles gravaram o último álbum do Pilot (apropriadamente chamado "Two's a Crowd") sozinhos.
Em 1978 todos os membros do Pilot tinham iniciado outros projetos, principalmente Tosh, Paton e Bairnson se tornaram membros do Alan Parsons Project e Tosh também estava trabalhando com o 10CC.
Lyall morreu de AIDS em 1989. Paton e Bairnson se juntaram novamente em 2002 para regravar o álbum "Two's a Crowd" quer posteriormente foi chamado de "Blue Younder".
Em 2007 seu sucesso "Magic" foi usado numa propaganda de TV e em 2009 Selena Gomez gravou um cover desta canção para o Canal da Disney, como parte da trilha sonora de "Wizards of Waverly Place:The Movie".(Wikipedia - tradução livre by J. Renato)

Como curiosidade, este álbum foi produzido por Thomas Baker (Queen) e gravado em Morin Heights (Canada) e Billy Lyall tinha saido do Pilot para fazer seu álbum solo, então os teclados foram tocados por Peter Oxendale. A produção de Baker deu um tom mais "pesado" ao álbum ("... mas provavelmente um estilo "Queen" demais para nós..." disse Ian Bairnson depois.

Morcegando: Taj Mahal


Taj Mahal (1998) In Progress & in Motion: 1965-1998
[coletânea]

Nos anos 60 Henry St. Clair Fredericks estudou agricultura na University of Massachusetts Amherst onde se graduou em 1964 (a mesma universidade lhe deu o título de Doutor Honoris Causa em Fine Arts, em 2006). Nesta época ele formou o grupo Taj Mahal & the Electras, usando o nome de Taja Mahal, inspirado em um sonho.

Depois da faculdade, ele mudou-se para Los Angeles e formou o grupo Rising Sons com Ry Cooder, em 1964. Este grupo assinou com a Columbia Records e realizou um single e gravou um álbum que não foram lançados pela gravadora antes de 1992. Taj Mahal, frustrado com as reações à sua música, deixou o grupo e iniciou carreira solo. Ainda na Colunbia, ele realizou, em 1968, um bem recebido álbum, auto-intitulado e, baseado neste sucesso, realizou um segundo álbum, "Natch'l Blues" no mesmo ano. Os dois álbuns firmaram Taj Mahal como um artista americano de blues.

Sua música mistura blues, reggae, Cajun, gospel, bluegrass e música tradicional havaiana, africana e caribenha.

'In Progress & in Motion', lançado em 13 de Outubro de 1998, pelo selo Columbia/Legacy, é uma coletânea que a carreira de Taj Mahal entre os anos de 1965 e 1998.

Tracks:
# CD 1
01 - You're Gonna Need Somebody On Your Bond 06:18
02 - Corrina 04:28
03 - Checkin' Up on My Baby 05:39
04 - Leavin' Trunk 06:26
05 - Buck Dancer's Choice 03:12
06 - Going Up to the Country, Paint My Mailbox Blue 03:34
07 - She Caught the Katy & Left Me A Mule To Ride 03:28
08 - Ain't Gwine Whistle Dixie (Any Mo') 01:03
09 - Stagger Lee 03:20
10 - Built For Comfort 04:46
11 - Natural Man.mp3 04:29
12 - Railroad Bill.mp3 02:36
13 - Texas Woman Blues 02:56
14 - Early In The Morning 05:00
15 - Dust My Broom 04:31
16 - Blind Boy Rag 04:09

# CD 2
01 - Oh, Susanna 02:54
02 - Cakewalk Into Town 02:32
03 - Fishin' Blues 03:17
04 - Nobody's Business But My Own 03:27
05 - Sweet Mama Janisse 03:35
06 - Little Red Hen Blues 04:57
07 - Mary Don't You Weep 02:37
08 - Sweet Home Chicago 03:15
09 - Frankie & Albert 04:00
10 - M'Banjo 03:19
11 - Statesboro Blues 02:26
12 - Bye & Bye 03:34
13 - Six Days On The Road 03:01
14 - We Gonna Rock 05:55
15 - Ain't It Funky Now 02:45
16 - Tom & Sally Drake 03:42
17 - Fishin' Blues 03:14
18 - Blues With A Feeling 04:14
19 - Freight Train 03:24

# CD 3
01 - When I Feel The Sea Beneath My Soul 03:03
02 - West Indian Revelation 06:07
03 - Eighteen Hammers 03:33
04 - Johnny Too Bad 03:15
05 - Slave Driver 02:36
06 - (Clara) St. Kitts Woman 04:16
07 - Do I Love Her 04:04
08 - Everybody Is Somebody 03:32
09 - But I Rode Some 02:27
10 - Crossing 02:35
11 - Sentidos Dulce (Sweet Feelings) 03:08
12 - The Most Recent Evolution Of Muthafusticus Modernusticus 03:24
13 - Curry 03:36
14 - Follow The Drinking Gourd 02:40
15 - Day-O (The Banana Boat Song) 03:34
16 - Little Brown Dog 04:16
17 - Senor Blues 03:43
18 - Ain't That A Lot Of Love 04:01
19 - Take A Giant Step 04:24

CD 1
[RS] [143MB @320kbps]


CD 2
[RS] [143MB @320kbps]


CD 3
[RS] [148MB @320kbps]


Covers

Boteco do Seres: Jean-Luc Ponty


Jean-Luc Ponty (1978) Cosmic Messenger

Jean-Luc Ponty (29 de setembro de 1942, Avranches) é um músico, violinista e compositor francês de jazz.

Ele estudou como violinista clássico profissional no Conservatoire National Supérieur de Musique de Paris. Sua atração pelo jazz é devida às músicas de Miles Davis e de John Coltrane.

Trabalhou com Stephane Grappelli, a Mahavishnu Orchestra de John McLaughlin, Frank Zappa, e publicou diversos discos nos anos 70, 80 e 90.

Ponty foi pioneiro na utilização de um violino elétrico a 5 cordas, equipado de 1 corda baixa afinada em Dó. Utilizou também um violino elétrico a 6 cordas chamado Violectra, com baixos em Dó e em Fá. Wikipedia

Personnel:
Jean-Luc Ponty - Organ, Synthesizer, Violin, Keyboards, Vocals
Joaquin Lievano - Guitar
Peter Maunu - Guitar
Allan Zavod - Organ, Synthesizer, Piano
Ralph Armstrong - Bass
Mark Craney - Drums
Casey Schelierell - Percussion, Drums

Tracks:
01 - Cosmic Messenger 04:41
02 - The Art of Happiness 04:32
03 - Don't Let the World Pass You By 06:21
04 - I Only Feel Good with You 03:08
05 - Puppet's Dance 03:39
06 - Fake Paradise 05:39
07 - Ethereal Mood 04:02
08 - Egocentric Molecules 05:43


[RS] [85MB @320kbps]

sábado, 17 de outubro de 2009

Entrega Especial do Dugabowski: Wolfmother


Wolfmother (2009) Cosmic Egg

Wolfmother é uma banda de hard rock australiana (de Sidney) formada por Andrew Stockdale (vocals / guitar), Chris Ross (bass / keyboard / organ / synthesizer) e Myles Heskett (drums /percussion).

Depois de realizar seu primeiro EP (homônimo) para a Modular Recordings, em setembro de 2004, a banda começou a aparecer em alguns eventos musicais. O EP foi um sucesso, alcançando o 35º lugar na lista de singles da ARIA.

Em 2005, a banda foi para Los Angeles e gravou seu álbum-debut (homônimo), produzido por Dave Sandy (Marilyn Manson, Oasis) que foi lançado em outubro de 2005. O álbum alcançou o 3ª lugar na Austrália e foi incluido nos "Top 10 Bands to Watch 2006" da Billboard.

'Cosmic Egg' é o mais novo trabalho do Motherwolf com lançamento previsto para 27 de outubro de 2009, pelo selo Island/Interscope.

Band:
Andrew Stockdale: guitar/vocal
Ian Peres: bass/keyboards
Aidan Nemeth: guitar
Dave Atkins: drums

Tracks:
01 - California Queen 03:54
02 - New Moon Rising 03:44
03 - White Feather 03:03
04 - Sundial 03:47
05 - In The Morning 05:40
06 - 10,000 Feet 04:07
07 - Cosmic Egg 03:57
08 - Far Away 03:59
09 - Pilgrim 04:48
10 - In The Castle 05:43
11 - Phoenix 04:45
12 - Violence Of The Sun 06:01


[MU] [118MB @320kbps]

Mullah Rides Again: Steve Winwood


Imagem ilustrativa do post. Não corresponde à capa do álbum.
Steve Winwood (1997) Live in Concert
at Jools Holland Later Show - 17/04/97

Mais um link enviado pelo Mulá Mohamed: Steve Winwood ao vivo no Jools Holland Later Show, em abril de 1997. Um booltleg com excelente qualidade de gravação.

Players:
Backing vocals: Emma Whittle
Backing vocals: Valerie Chambers
Bass: Scott Firth
Drums: Walfredo Reyes
Guitar: Tim Cansfield
Keyboards/guitar/violin: Mike McEvoy
Percussion: Kevin Ricard
Sax/flute: Chris Margary
Trumpet/keyboards/percussion: Kevin Robinson
Randall Bramlett - Sax, Flute, Harmond Organ

Tracks:
01 - I'm A Man 06:40
02 - Roll With It 05:57
03 - While You See A Chance 05:44
04 - Family Affair 05:40
05 - Freedom Overspill 06:30
06 - Just Wanna Have Some Fun 12:07
07 - Keep On Running 03:32


[FU] [104MB @320kbps]

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

The Muggs by Dugabowski

The Muggs: um power trio contemporâneo que não destoa da tradição setentista.


The Muggs (2005) The Muggs

Faixas:
1. Need Ya Baby
2. Gonna Need My Help
3. Rollin’ B-Side Blues
4. “Monster”
5. Should’ve Learned My Lesson
6. White Boy Blues
7. Hard Love
8. Said & Done
9. Underway
10. If You Please
12. Doc Mode

Músicos:
Danny Methric: Guitar, Lead Vocals, Percussion
Tony DeNardo: Fender Rhoder Bass, Vocals, Percussion
Matt Rost: Drums
Bobby Emmett III: Organ (Hammond) on Hard Love


[MU] [88MB @256kbps]



The Muggs (2008) On With The Show

Faixas:
1. Motown Blues
2. Slow Curve
3. Just Another Fool
4. All Around You
5. On With The Show
6. Somewhere Down The Line
7. Curbside Constellation Blues
8. Down Below
9. Never Know Why
10. Get It On
11. Motown Blues (Reprise)

Músicos:
Danny Methric: Guitar, Lead Vocals
Tony DeNardo: Fender Rhodes Bass, Backing Vox
Matt Rost: Drums
Bobby Emmett III: Piano on Curbside Constellation Blues


[MU] [63MB @256kbps]

Para não quebrar a escrita, acompanha o post a história dos Muggs, contada pelas pessoas mais autorizadas a fazê-lo: os próprios membros da banda. Pois é, a biografia do grupo foi extraída do site dos caras, www.themuggs.com (cujo título, curiosamente, é: a banda mais feiosa do mundo; bom, se é a mais feiosa eu não sei, mas que o seu som não tem nada de feio, isso eu asseguro); logo, em princípio, não deve conter erros históricos, só de tradução, com toda certeza, pois vertida livremente do inglês. Eu recomendo que o leiam, até porque contém uma história bacana de superação do baixista da banda, que sofreu um derrame e... mas afastem a preguiça e acessem a biografia dos Muggs (clicando no botão correspondente), para saber o que aconteceu com o cara (e a solução engenhosa que ele encontrou para continuar tocando as linhas de baixo na banda) e outras coisas interessantes da carreira do grupo.

Dito isso, acrescento: que eu gosto do som da banda, parece tão óbvio (o Nelson Rodrigues o chamaria até de ululante) quanto 2 e 2 são... 22, ou tão evidente quanto a decantada caretice do... Keith Richards (falando na figura e divagando um pouco: pô, o maluco aspirou as cinzas do velho! Pqp! Se houvesse um Guiness Book da esquisitice, certamente a insólita “proeza” do guitarrista dos Stones ganharia um merecido destaque, talvez na categoria “cheiradas” ou mesmo em “viagens”...). Mas acho melhor parar por aqui. Poderia dizer que a banda é isso ou aquilo, que foi estimulada pela música de A, B ou C (ou que lembra A, B ou C), que faz uma sonzeira ou um som matador, irado, chapante (essas expressões tão caras à nova geração rockeira do Brasil, embora de uso ainda pouco disseminado, infelizmente), mas prefiro ficar quieto. Porque as coisas que se diz acabam, de uma maneira ou outra, mesmo sem querer, induzindo o ouvinte a portar-se, geralmente, de maneira inversamente proporcional ao estímulo gerado por aquilo que foi dito (como o ser humano tem tendência à polêmica – e não estou afirmando que isso é ruim; é apenas uma constatação –, se tu diz que os caras são ótimos, o ouvinte vai escutá-los pronto pra achar um defeito (“são mais ou menos; o baterista fica devendo...”; “é, são bons, mas...”); se tu diz que o grupo lembra a banda tal, o ouvinte vai escutá-lo predisposto a detonar a tua comparação (“acho que não tem muito a ver com a banda tal; me lembra mesmo é aquela outra banda; qual é o nome mesmo? Começa com k...); se tu diz que a banda pertence ao gênero hard rock, o ouvinte vai escutá-la preparado para esculhambar com a tua classificação (“o som dos caras até new wave é... peraí, ouvindo melhor, tá mais é pra new age...”); se tu diz que os riffs de guitarra são pesados ou a linha do baixo é jazzística, lá vai o ouvinte louco pra te desdizer (“nem reparei que tinha guitarra; ouvi só som de teclado...”; “que gozado, não tem contrabaixo, parece o White Stripes...), e assim por diante; é um impulso instintivo de contestação, traduzido na velha expressão: “se hay gobierno, soy contra”). Então, vou deixar os ouvintes escutarem os Muggs e tirarem as suas próprias conclusões, sem influenciá-los (mas que o som dos caras é f*, do c*, um p* som, ah, isso é. O quê? Estou me contradizendo? Que nada, meu amigo, não estou elogiando a banda; estou apontando fatos; e fatos não se discutem.... se aceitam; é ou não é?).

Brincadeiras à parte (e como deixar o senso de humor de lado diante das asneiras sem graça que nos empurram goela abaixo todo o santo dia? É, não se pode negar: o FEBEAPÁ do saudoso e inimitável Stanislaw Ponte Preta continua atualíssimo; a propósito, escutem (imaginem que tem áudio) três piadinhas, do gênero adivinhação, entreouvidas numa mesa de bar, e que ilustram o que estou afirmando:

– Sabe quem ganhou o Nobel da Paz deste ano?
– Não. Quem?
– O Obama...

– Ah! Ah! Ah! Essa foi boa (eu falando agora: dizem que no Iraque e no Afeganistão, dois países “protegidos” pelos americanos, a soldadesca ianque comemorou o prêmio com uma saraivada de balas; mas ninguém soube afirmar se os tiros foram pra cima...). Tem outra?

– Sim. Essa é quente. Adivinha quem garantiu que vai moralizar o Senado, acabando com os atos secretos, as mordomias, o nepotismo, a farra das diárias, a roubalheira, enfim?
– Nem faço idéia. Quem?
– O Sarney...

– Ah! Ah! Ah! Para com isso, assim vou ter um troço.

– A última. Pensa bem. O que acontece com um advogado, no Brasil, que roda em dois concursos pra juiz e ainda por cima é condenado por corrupção?
– Bah! Essa eu não sei mesmo. O quê?
– É nomeado ministro do STF...

– Ah! Ah! Ah! Hoje tu tá demais. Tô com dor na barriga de tanto rir. Acho melhor a gente pedir outra... pra esquecer...

Mas, como eu ia dizendo, antes que as engraçadíssimas anedotas me interrompessem, brincadeiras à parte, ouçam o som dos Muggs; é pesado, porém seus ouvidos irão lhes agradecer (ah, e não contestem os fatos...).


Os Muggs formaram-se em fevereiro de 2000. O guitarrista Danny Methric e o baixista Tony DeNardo tocavam em duas bandas naquele tempo: The Detroit Underground Blues Band e Fat Belly Brown. Certo dia, Danny estava zanzando no Music Menu, no centro de Detroit, quando se deparou com Matt Rost, um baterista local que tinha tocado na Fat Belly Brown por duas semanas antes de sair da banda porque achava que estava trabalhando muito. Começaram a conversar e Danny descobriu que Matt tinha abandonado seu projeto, chamado The Immortal Winos Of Soul. Danny então falou que estava pensando em fazer algo diferente daquilo que fazia na Fat Belly Brown, um som mais blueseiro, e Matt mostrou-se interessado.
Não demorou muito para a banda se encaixar porque os três já eram músicos há pelo menos sete anos (nota minha (como sempre...): os americanos, ou são muito pragmáticos, ou acham que todo mundo tem bola de cristal: no parágrafo acima, Danny e Matt estavam apenas planejando formar uma banda; neste parágrafo, sem mais nem menos, a banda não só já está composta como também já está ajustada... e no meio, não vai nada?). DeNardo e Methric sempre tocaram juntos e Rost era um baterista consumado. Em outubro de 2000, os Muggs gravaram seu primeiro EP, obtendo assim material para mostrarem aos donos de bar visando a conseguirem trabalho. As músicas eram boas o suficiente para o dinheiro que gastamos, mas é preciso ter em mente que se tratava de demos, diz Tony.
Em março de 2001, os Muggs foram convidados para tocar no Hamtramck Blowout, um festival de música que concentra centenas de bandas de Detroit em cerca de vinte bares diferentes na cidade de Hamtramck, naquele estado. Este show, apresentado no Paychecks para uma casa lotada, ajudou a solidificar o grupo na cena musical de Detroit. De março até setembro de 2001, os Muggs continuaram a sua senda de apresentações, ganhando uma sólida legião de fãs. Em agosto de 2001, eles foram convidados a fazer o derradeiro show no famoso Gold Dollar antes do estabelecimento fechar as portas. Neil Yee, o proprietário do Gold Dollar, pediu aos Muggs para tocar ali com a finalidade de vender os seus produtos importados remanescentes. A banda aceitou o convite e tocou para aproximadamente sessenta convidados. Em 2 de setembro de 2001, os Muggs fizeram um show de alta energia numa barraca montada ao ar livre no Cadieux Café's Mussel Beach Music Festival. Eles não sabiam que esse seria seu último show por algum tempo.
No dia 4 de setembro de 2001, uma terça-feira, o baixista Tony DeNardo sofreu um acidente vascular cerebral que quase o matou. Ele ficou com o lado direito do corpo completamente paralisado e incapaz de falar. DeNardo sobreviveu ao derrame mas ficou com sequelas.
Não desejando substituir DeNardo, Danny e Matt decidiram envolver-se em diferentes bandas e projetos enquanto Tony se recuperava. Methric encabeçou um projeto chamado Over Under Sideways Down (nomeado mais tarde de canção dos Yardbirds), tocando com o baterista dos Muggs, Rost, e outros três músicos promissores da cena de Detroit: Brett Lucas, jovem guitarrista e bluesman, Ross Westerbur, da 500 Ft. Of Pipe Fame, no piano, e Chuck Bartels, um lendário baixista do lugar. Danny também tocou com a The Kingsnakes por aproximadamente seis meses até a The Go convidá-lo para juntar-se à banda e gravar um disco com ela. A participação de Danny na The Go foi curta porque a The Paybacks estava procurando um guitarrista solo e Methric parecia perfeito para o posto. Matt Rost também participou de outras bandas, incluindo Colic e alguns conjuntos de jazz.
Em 8 de dezembro de 2002 houve uma arrecadação de fundos no Cadieux Café (no lado leste de Detroit), com o objetivo de levantar dinheiro para DeNardo ir até a Califórnia, visando a submeter-se a um tratamento médico que ele acreditava poder acelerar a sua recuperação. Aquela noite foi mágica; todo mundo apareceu, incluindo as bandas favoritas de DeNardo em Detroit, que incluíam Mod Orange, Stunning Amazon (com Audra Kubat), Blue Song, Climax Divine, Over Under Sideways Downs e muitas outras. O lugar estava cheio de pessoas generosas, e um leilão de discos dos artistas locais foi providenciado, com o dinheiro obtido sendo doado para o evento.
Pouco tempo depois, foram realizadas mais duas arrecadações de fundos para DeNardo, uma em Jacoby, no centro de Detroit, e outra em Nancy Whiskey's, no bairro Corktown, também em Detroit. Ele agora tinha dinheiro suficiente para deslocar-se até o sul da Califórnia, onde ficou com o seu pai, Frank, submetendo-se a sessões diárias de fisioterapia. De janeiro a junho de 2003, Tony trabalhou duro e manteve estreito contato com Methric. Em fevereiro de 2003, um amigo dos Muggs, Matt Smith, da banda Outrageous Cherry, falou para Tony que ele poderia, se quisesse, tocar suas linhas de baixo num piano. Depois de uma conversa com o velho amigo Danny, Tony decidiu tentar isso.
Tony comprou um Fender Rhodes Mark I para executar as linhas de baixo que ele costumava tocar em seu contrabaixo. Após praticar por duas ou três horas diárias, durante meses, DeNardo voltou para Detroit, ainda incapaz de usar seu braço direito, mas pronto para começar a ensaiar, já com o seu novo instrumento. Depois de um mês de ensaio juntos, os Muggs voltaram ao Cadieux Café, quase dois anos após a sua última performance, para apresentar o seu show de retorno no Cadieux Café's Mussel Beach Party de 2003.
Desde então não houve mais nada além de bonança e boa música, exatamente como ocorria até os Muggs pararem por conta do derrame de DeNardo. Eles assinaram contrato com o selo independente Times Beach Records em agosto de 2004, e, em 19 de julho de 2005, lançaram em âmbito nacional o seu primeiro disco, homônimo, distribuído também no estrangeiro. Em seguida, três canções do álbum, “Need Ya Baby”, “Gonna Need My Help” e “Rollin' B-Side Blues”, tornaram-se a trilha sonora do website do Dodge Charger em 2006 e 2007. E logo depois, os Muggs foram contatados pelo site www.canyouhearme.tv, dedicado a descobrir as melhores bandas alternativas da América, porque foram um dos três grupos selecionados em Detroit para participarem de um “rockmentary” (um documentário de rock). Imagens da sua atuação no Magic Stick, ocorrida em 24 de agosto de 2005, no centro de Detroit, foram usadas, bem como numerosas entrevistas da banda e outras coisas. Em janeiro de 2007, esse documentário dos Muggs foi ao ar na PBS (no Michigan e em todo o Canadá) como parte do programa Can You Hear Me TV's “Rock n' Roll Safari”! Na mesma época, os Muggs iniciaram uma turnê pela Espanha, fazendo oito shows em oito diferentes cidades. Na sua volta aos Estados Unidos, fãs votaram nos Muggs como o melhor grupo de blues de 2007, em promoção realizada pelo semanário Real Detroit Weekly.
Em junho de 2007, depois de uma dica de um admirador antigo, os Muggs inscreveram-se para participar de uma nova série da Fox, chamada “The Nex Great American Band”, programada para começar em outubro de 2007. Eles foram levados para uma audição no deserto de Nevada em agosto de 2007, e acabaram incluídos entre as doze bandas selecionadas pelos juízes, de um total de mais de 10.000 candidatos, o que lhes garantiu um lugar no programa. Exibiram seu talento durante quatro apresentações da série, até que acabaram excluídos por votação. Nos shows, tocaram duas composições suas, “Slow Curve” e “Should've Learned My Lesson”, e duas covers, tendo adquirido bastante experiência ficando fora da costa oeste e participando do programa.
Em seqüência à sua exposição em rede nacional de televisão, os Muggs ganharam da Riff2 (rádio local de WRIF), em fevereiro de 2008, o prêmio de melhor banda de 2007, e mais uma vez se uniram à Dodge para o lançamento de um disco promocional, chamado “Out Of Detroit & Into Dodge”. A música “Need Ya Baby”, do seu primeiro álbum, foi a música selecionada pela Dodge para a coletânea. Cem mil CDs foram confeccionados para encaminhamento à Europa e às concessionárias Dodge (outra nota minha: o texto não diz, mas a remessa dos CDs à Europa também tinham como destinatárias as concessionárias da Dodge, conforme se vê a seguir). Sortudos, os compradores europeus dos novos carros da Dodge ganharam o CD como bônus! Então, mais notícias boas para os Muggs: na edição 2008 do Detroit Music Awards, a banda ganhou o prêmio de melhor grupo de rock, e Danny Methric o de melhor músico de rock por sua atuação como guitarrista.
Em 9 de maio de 2008, os Muggs lançaram o seu segundo álbum, intitulado “On With The Show”, que recebeu excelentes resenhas em múltiplas publicações e websites especializados em rock, inclusive uma recensão nota 8 (de 0 a 10) na edição de agosto de 2008 da revista Classic Rock. A banda apreciou fazer os shows de abertura para as apresentações de incontáveis grupos clássicos de rock e artistas nacionais, tais como Mountain, Robin Trower, Cactus, Savoy Brown, Ten Years After, Glenn Hughes (do Deep Purple e do Black Sabbath), Johnny Lang, Candlebox, North Mississippi Allstars, The Verve Pipe, Electric Six e The Detroit Cobras. Sua popularidade continua a crescer, conforme mostram a lista “100 Hot Unsigned Bands”, contida na Music Connection de dezembro de 2008, e seus mais de 60.000 fãs no site da banda no myspace.

Morcegando: Chicago


Chicago (2009) Collector's Edition

O grupo Chicago é uma das bandas norte-americanas mais populares da história do rock n' roll, só perdendo quando comparados aos Beach Boys.

O grupo é formado em 1967 na cidade da qual acaba por retirar o seu nome. A formação inicial do grupo, inicialmente chamado de The Big Thing, incluía Walter Paraider no saxofone, Lee Loughnane no trompete, Terry Kath na guitarra e voz, Danny Seraphine na bateria, James Pankow no trombone e Robert Lamm no órgão e voz. No começo, a banda não tinha baixista, mas em Dezembro de 1967 o baixista e vocalista Peter Cetera junta-se a eles vindo da banda rival The Exceptions.

Sob a orientação do empresário e produtor James William Guercio, que inicialmente tinha dado à banda o nome de Chicago Transit Authority (nome que teve depois de ser reduzido porque o Departamento de Trânsito de Chicago não autorizou o uso do nome), a banda muda-se para Los Angeles e assina com a gravadora Columbia Records. Em 1969, é editado o seu álbum de estréia, "Chicago Transit Authority", que vende mais de dois milhões de cópias e coloca quatro singles nas paradas musicais, fato que se repetiria ao longo da sua carreira e dos álbuns seguintes, cada um deles com uma ligeira variação na capa, na qual, ao lado do logotipo da banda, era acrescentada a numeração do respectivo disco.

A música do Chicago era uma mistura de estilos, desde o rock, até à pop ligeira, incorporando elementos do jazz e música clássica. Wikipedia

Formação original:
Terry Kath - Guitarra e vocais
Robert Lamm - Teclado e vocais
James Pankow - Trombone, vocais e arranjos de metais
Walt Parazaider - Saxofone e flauta
Lee Loughnane - Trumpete e vocais
Danny Seraphine - Bateria
Peter Cetera - Contrabaixo e vocais

Faixas:
# CD 1
01 - 25 Or 6 To 4 04:51
02 - Questions 67 And 68 05:04
03 - Does Anybody Really Know What Time It Is 03:21
04 - Make Me Smile 03:01
05 - Beginnings 06:30
06 - Lowdown 03:37
07 - Colour My World 03:05
08 - I'm A Man 05:45
09 - Saturday In The Park 03:58
10 - Feelin' Stronger Every Day 04:17

# CD 2
01 - Just You 'n' Me 03:44
02 - Call On Me 04:03
03 - (I've Been) Searchin' So Long 04:32
04 - Wishing You Were Here 04:37
05 - Old Days 03:31
06 - Harry Truman 03:04
07 - Another Rainy Day In New York City 03:04
08 - Baby, What A Big Surprise 03:05
09 - Brand New Love Affair (Part I & Ii) 04:30
10 - Dialogue (Part I & Ii) 07:15

# CD 3
01 - Hard To Say I'm Sorry 03:41
02 - Stay The Night 03:51
03 - Hard Habit To Break 04:45
04 - You're The Inspiration 03:50
05 - Will You Still Love Me 04:13
06 - I Don't Wanna Live Without Your Love 03:59
07 - Look Away 04:02
08 - You're Not Alone 04:00
09 - What Kind Of Man Would I Be 04:22
10 - No Tell Lover 03:52

CD 1
[RS] [143MB @320kbps]


CD 2
[RS] [143MB @320kbps]


CD 3
[RS] [148MB @320kbps]


Covers

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Quintalive Especial: Yerblues Covers, vol. 3 (A Live Covers Mix)

- Er... Quintalive: Yerblues Covers??? putz, pera lá, chefe, que bagunça é essa??? Eu não tô entendendo nada, tô mais por fora que dedão de franciscano... O Quintalive é um programa só de discos ao vivo, e a série Yerblues Covers é outra estória completamente diferente... explica essa parada que meus neurônios estão muito ocupados descansando...

- Calma lá, Big Boi, fique tranquilo. É o seguinte: o espaço Quintalive será respeitado. A única coisa diferente é que ao invés de apenas uma banda e um disco, eu fiz uma seleção de 17 momentitos ao vivo do rock, nos quais as Bandas mandam ver covers de seus artistas favoritos, sacou?

- Anhhhhhhhh, porque você não falou logo, pombas??? Beleza, é uma boa idéia, chefe. Deixa eu ver esse tracklist... hmmm... Jethro Tull mandando Bourée, beleza... mas... The Doors detonando Backdoor Man na sequência???

- O sagrado e o profano... depois do sublime, o carnal... quando você ouvir Jim urrando nas tuas orelhas, man, sei não, periga até você entregar, Big... é o grito mais foda de toda a história do live rock... pena que a versão é pequena, entrecortada...

- É, tá certo, se você tá dizendo que é assim... vamos lá, em seguida vem o Led com I Can't Quit You Baby, aí eu já tô na minha praia, beleza pura... hmmm... daí vem Shakin' All Over com quem? Hehe, os Quem... ainda bem que não se usa traduzir os nomes das Bandas pra português, né, chefe?

- Na Argentina eles fazem isso..

- É verdade, eu tenho um disco argentino do Iron Maiden e eles sentam lá na capa "La Donziela de Fierro", huahuahuahuahuahuahua...

- Olha o foco, Big, olha o foco...

- Tá bom, tá bom... a seguir vem... ooh la-la, War Pigs com Gov't Mule...

- É, eu sei que peguei pesado, mas eu sou vidrado nessa versão..

- Tem nada não, Yer, é bagulho du bão isso aqui... Gov't Mule dispensa explicações... Agora me explica esse tal de Dan Baird na sequência... quem diabos é Dan Baird, chefe?

- Hehe... o Dan é um dos maiores rock & rollers dos anos 80 pra cá, Big. O cara foi o main man dos Georgia Satellites e desde então vive lançando discos sensacionais pra audiências irracionais, que nem se ligam no cara...

- Beleza, vou conhecer o som dele agora... depois vem Bob Seger & Silver Bullet... Mas peraí, esse cara aqui não é aquele tio grisalho que canta a xaroposa Against The Wind??? Pô, Yer, cê tá brincando, esse cara deve esculhambar com esse clássico do Ike e da Tina...

- Ô Big, ouve o negócio primeiro, depois você desanca o sujeito... Tá certo, o Seger virou xarope (e sucesso!), mas ele rodou muito pela estrada no rock & roll antes... e essa versão de Nutbush City Limits é Detroit puro...

- Sei lá, essa eu vou precisar ouvir com cuidado... depois vem Johnny Winter... esse não tem erro, é sempre paulada na moleira... Joe Cocker na época do Mad Dog, beleza... Janis mandando ver Maybe, beleza... Delaney & Bonnie, er... eles eram um casal, né?

- Eram, mas isso era o que menos importava pra gente... o Delaney era um puta compositor e músico e a Bonnie, além de compor também, tinha uma voz que é o seguinte, sen-sa-cio-nal! Teve gente que fez carreira não cantando nem um décimo do que a Bonnie canta, a exemplo da Rita Coolidge, da Linda Ronstadt e por aí vai...

- Cruz credo, isso não é parâmetro de comparação, Yer...

- Pra época era.. Pra mim, a Bonnie cantava tanto quanto a Maggie Bell e a Dusty Springfield, mas não teve o reconhecimento que merecia...

- A Maggie canta pra burro... essa Dusty aí eu so me lembro das perucas...

- Vamos voltar à lista, Big...

- Beleza, onde eu tava mesmo? Ah, sim, aí vem o Jimi com Hey Joe... Não tá meio batida não, Yer?

- Batida por que? Você não gosta dos clássicos?

- Não é isso, é que Hey Joe...

- Big, Hey Joe é a segunda melhor cover da história do Jimi e uma das maiores covers de todos os tempos... é tão foda que a maioria das pessoas pensa que a música é do Hendrix, e aquelas poucas que sabem que ela não é do Jimi, não tão nem aí, o cara simplesmente pegou a música e tacou a assinatura dele nela de tal forma que acho que hoje quem recebe os direitos autorais sobre a música é a família do Hendrix.

- Ta bom, ta bom, já me convenceu... mas pera lá, o que é que Ocean Colour Scene tá fazendo no meio dessas feras??????

- Huahua, eu sabia que você ia dar xilique com essa... no fundo, no fundo, você é um classicista Big.

- O quê???

- Um conservador. Um sujeito fechado nos seus conceitos sobre o que é rock de verdade... Cara, você já ouviu essa versão?

- Sou nada disso aí não, Yer, e eu já ouvi a versão que saiu nas Yerblues Covers, vol. 1. É legal, mas por que a repetição?? Além do mais, jogar os caras no meio dessas feras é pegar meio pesado, né não?

- Bom, pra começar, essa versão é ao vivo. E também tem um detalhe que faz toda a diferença, nessa versão os caras estão (muito bem) acompanhados da P. P. Arnold. Se você tá achando que eu peguei pesado, ouve a versão e depois me diga o que achou...

- Então tá... vamos lá, quem vem agora? hmmm... Donny Hathaway, aquele de The Ghetto?

- Esse.

- Porra, o cara canta muito. E mandando ver What's Going On, uma de minhas músicas preferidas em todos os tempos, deve ser o bicho...

- Pode ter certeza, é o bicho... ele manda ver uns Fender Rhodes meio jazzy no negócio, mas a veia Soul tá lá, escancarada... Aliás, esse disco ao vivo do Donny é de ouvir de joelho...

- Vamos agendar ele pra um próximo Quintalive...

- Tá combinado.

- Beleza, e daí temos.... Atlanta Rhythm Section, com Spooky, e Booker T. & Boz Scaggs com I've Been Loving You Too long, do Redding... O Booker T. é mato, mas essa Spooky não é aquela top ten da rádio AM (pra não falar mela-cueca)??? Hmmmm, sei não, você tá xaropando também, Yer....

- Que mané xaropando, rapá. Vocês têm essa mania de julgar as músicas, como se elas tivessem a obrigação de mudar o mundo. Cara, essa é uma canção foda, entretenimento de primeira linha, hooks aos quilos, sem falar nessa intro que é pura classe... e você falou em mela-cueca... me diz uma coisa: vai dizer que você namora ao som de Kashmir, ou Highway Star, ou Paranoid????

- Pô, chefe, eu não quero falar disso...

- Vamo lá, desembucha, Brasília-boy...

- Eu não namoro faz anos, porra!

- Ah bom, então faz o seguinte: coma menos cream cracker, tome mais de um banho por semana e seja menos inflexível nos seus conceitos... te garanto que vai pintar mulher no pedaço...

- Mudando de pato pra ganso, vamos voltar à lista?

- Beleza...

- Finalizando... hmmm... Presence of The Lord com os Black Crowes... nunca ouvi essa versão.

- Então te prepara, que essa é de rachar... o Chris Robinson tá ligeiramente viado na interpretação, mas o que o resto da banda faz com a música, é simplesmente destroçante... eles transformam a canção numa daquelas jams que por mim rolariam por trinta, quarenta minutos sem qualquer enfado no pedaço... Infelizmente, depois de um tempo, eles metem um fade out na parada... Mas aí, a gente já está completamente massacrado... Não é à toa que essa veio por último...

- Porra, deve ser mesmo duca... agora olha só, Yer, você sabe que se eu mixar isso aqui não vai ter como a galera escolher escutar as faixas individualmente, não sabe? O mixer não me dá essa opção.

- Pode mixar, Big... os arquivos MP3 de faixas ao vivo, nos intervalos, se não forem mixados ficam com aqueles buracos, ou, pior, ficam com aqueles aplausos remendados, o que faz a seleção ficar parecendo a noiva do frankenstein...

- Huahua, olha a velharia aí, cita pelo menos a noiva do re-animator, pombas...

- Re-animator é de quase trinta anos atrás, ô creteeno.

- É mesmo??? Pô, parece que eu vi esse filme ontem no São Luiz...

- O Cine São Luiz virou uma igreja dessas universais há pelo menos vinte anos, Big...

- O quê???? Cê tá brincando!!!! Eu comprei essa camiseta do Led que tô vestindo quando saí do cinema...

- Huahua, pois é, muderninho!

- Putz, agora tô triste... o São Luiz era manêro... chefe, você sabe que só tem um jeito de me fazer trabalhar quando fico assim, deprê...

- Raios, lá vem despesa... Quaaaack, vai lá comprar jujuba azedinha e cream cracker pra gente....



01 - Jehtro Tull - Bourée (Johann Sebastian Bach)
02 - Doors, The - Backdoor Man (Howlin' Wolf)
03 - Led Zeppelin - I Can't Quit You baby (Otis Rush)
04 - Who, The - Shakin' All Over (Johnny Kid & The Pirates)
05 - Gov't Mule - War Pigs (Black Sabbath)
06 - Dan Baird & The Yayhoos - It's All Over Now (The Rolling Stones)
07 - Bob Seger & The Silver Bullet Band - Nutbush City Limits (Ike & Tina Turner)
08 - Johnny Winter - Johnny B. Goode (Chuck berry)
09 - Joe Cocker- She Came In Through The Bathroom Window (The Beatles)
10 - Janis Joplin - Maybe (The Chantels)
11 - Delaney & Bonnie & Friends - Things Get Better (Eddie Floyd)
12 - Jimi Hendrix - Hey Joe (The Leaves)
13 - Ocean Colour Scene & P.P. Arnold - Song of a Baker (The Small Faces)
14 - Donny Hathaway - What's Going On? (Marvin Gaye)
15 - Atlanta Rhythm Section - Spooky (Classics IV)
16 - Booker T. & The MG's & Boz Scaggs - I've Been Loving You Too Long (Otis Redding)
17 - Black Crowes, The - In The Presence of The Lord (Blind Faith)


Morcegando: The Avett Brothers


The Avett Brothers (2009) I and Love and You

The Avett Brothers são uma banda de alt-folk de Concord, Carolina do Norte. A banda é formada por dois irmãos, Seth e Scott que tocam guitarra e banjo, respectivamente, e Crawford Bob que toca "stand-up bass". Eles freqüentemente se juntam em turnê com o violoncelista Joe Kwon. Ressuscitados das cinzas da ex-banda de Seth e Scott, Nemo, The Avett Brothers combinam bluegrass, country, punk, melodic pop, folk, rock and roll, honky tonk, e ragtime para produzir um som descrito pelo San Francisco Chronicle como tendo "a tristeza pesada de Townes Van Zandt, a concisão de Buddy Holly, a pegada melódica dos Beatles, e a energia bruta do Ramones."

"I and Love and You", lançado em 29 de Setembro de 2009, é o primeiro álbum da banda em uma grande gravadora - Columbia Records - o que não impediu que a banda desse continuidade a trabalhos anteriores como Emotionalism (2007) e Mignonette (2004).

Band:
Seth Avett - vocals, acoustic guitar, hi-hat, piano, drum kit
Scott Avett - vocals, banjo, harmonica, kick drum, drum kit, piano
Bob Crawford - vocals, upright bass, trumpet
Joe Kwon - cello

Tracks:
01 - I And Love And You 05:01
02 - January Wedding 03:48
03 - Head Full Of Doubt - Road Full Of Promise 04:48
04 - And It Spread 04:07
05 - The Perfect Space 04:31
06 - Ten Thousand Words 05:36
07 - Kick Drum Heart 02:54
08 - Laundry Room 04:51
09 - Ill With Want 04:05
10 - Tin Man 03:08
11 - Slight Figure Of Speech 02:22
12 - It Goes On And On 02:57
13 - Incomplete And Insecure 02:36


[RS] [114MB @320kbps]

A discografia dos Avett Brothers você encontra clicando aqui.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

HOMENAGEM: PAULO RAFAEL



PAULO RAFAEL
[Brazilian Instrumental Rock]

Na minha opinião Paulo Rafael é um dos expoentes máximos da música instrumental no Brasil, não só pela sua alta qualidade como músico em sí, mas por todo o trabalho que vem fazendo ao longo dos anos como arranjador, compositor e produtor de discos, tendo influenciado inúmeros artistas, especialmente nordestinos.
Suas raizes pernambucanas e sua influencia roqueira são fortemente notadas e sempre inseridas nos trabalhos dos quais toma parte, seja como músico, arranjador ou produtor, sempre há um "dedo" seu.
O principal objetivo deste Post é homenagear este quase desconhecido músico (do grande público, digo) o qual aprendi a admirar.
Apresento aqui tres trabalhos de diversas fases de sua carreira para que possamos conhecer melhor esta figura:
Ave Sangria (1974) faz parte de sua fase rock, no grupo do mesmo nome, quando ainda transitava pela psicodelia. O Disco não é muito fácil de se encontrar mas pode ser considerado um marco no Rock Psicodélico Nacional.
Paulo Rafael (1988) foi o primeiro e o mais conhecido de seus trabalhos. Um discaço em todos os seus parâmetros (produção, arranjos, sequência das músicas, etc).
Foi o disco que me levou a conhecer o trabalho de Paulo Rafael.
Finalmente, Vagalume (1993) foi um trabalho muito elogiado, tanto pela crítica quanto pelo público, mas que, como todo trabalho instrumental no Brasil, não teve o devido reconhecimento em vendas.

Paulo Rafael nasceu em Caruaru, Pernambuco, em 1955, tendo iniciado sua carreira em 1970, participando de grupos como Phetus e Ave Sangria. Lançou ainda em 1980 um disco independente juntamente com Zé da Flauta chamado "Caruá" com um toque mais regionalista, porém sua formação musical veio de influências de Jethro Tull, Robert Fripp, Jeff Beck e outros expoentes do Rock.
Seu trabalho é bastante extenso, mas ficou mais conhecido por ser o guitarrista de Alceu Valença desde 1974, além de produtor de inúmeros de seus discos, que ficaram entre os mais vendidos, como "Cavalo de Pau","Anjo Avesso", "Mágico" (gravado na Holanda), etc, tendo trabalhado como arranjador para Gal Costa, MPB-4, Geraldo Azevedo, Kleiton & Kledir, etc e como músico de estúdio para Marina, Amelinha, Zé Ramalho, Boca Livre e muitos outros.
Como compositor, seu trabalho mais conhecido é a trilha sonora do filme "Patriamada", de Tizuka Yamasaki.




Ave Sangria (1974)

Track list:
01- Dois Navegantes
02- Lá Fora
03- Tres Margaridas
04- O Pirata
05- Momento na Praça
06- Cidade Grande
07- Seu Valdir
08- Hei Man
09- Por Quê
10- Corpo em Chamas
11- Geórgia, a Carniceira
12- Sob o Sol de Satã

Line-up:
Marco Polo - vocais
Ivson Wanderley - guitarra
Paulo Raphael - guitarra, vocal
Almir de Oliveira - baixo
Israel Semente - bateria
Juliano - percussão


[SB] [42MB]



PAULO RAFAEL (1988)

Track list:
01 Navegantes (Paulo Rafael)
02 Maracajá (Alceu Valença)
03 Rota da África (Paulo Rafael - Jurim Moreira)
04 Depois do escuro (Paulo Rafael)
05 Arraial do Bom Jesus (Paulo Rafael)
06 Estaçăo do Som (Paulo Rafael)
07 Arrecifes (Paulo Rafael - Zé Rocha)
08 Orange (Paulo Rafael)

Line-up:
Paulo Rafael - Guitarra, Guitarra Synth e Violão
Jurim Moreira - Bateria, Percurssão
Tovinho - Teclados
Luigi Lagioia - Baixo


[SB] [74MB]



A FOTO NÃO REPRESENTA A CAPA ORIGINAL DO DISCO

Vagalume (1993)

Track list:
01 - Dunas (3:58)
02 - Vagalume (4:07)
03 - Sinistra (3:43)
04 - Nem um Talvez (2:42)
05 - Cavalo do Cão (5:23)
06 - Hino do Elefante (2:19)
07 - Festa de Toque (3:26)
08 - União (6:06)
09 - Ensaio (6:42)
10 - Na Noite (4:18)

Line-up:
Paulo Rafael - violão e guitarra
Walter Jr. - baixo
Rogério Andrade - bateria e percussão
João Carlos - cello
Edwin - percussão
Convidados:
Geraldo Azevedo, Márcio Miranda, Zé da Flauta e Tovinho
(Informação gentilmente oferecida pelo Ser da Noite Flávio)


[SB] [40MB]

Morcegando: Bluestone Company

'Bluestone Company' é uma banda de blues rock baseada em Osaka, Japão, liderada pelo guitarrista Toshihiro Sumitomo - que muitos consideram o Warren Haynes do Japão.

A banda lançou os dois álbuns postados aqui. O primeiro, auto intitulado, lançado em 2006, e outro de 2008, 'Supernatural Delight'. Ambos comprovam as influências de Warren Haynes/Gov't Mule, Allman Bros Band, Derek Trucks, e outros. Além de exótica, a Bluestone Co. é uma excelente banda de blues rock o que torna o download obrigatório.

Band:
Toshihiro Sumitomo - Guitar
Yoshihiro Ogasahara - Bass
Taizo Takafuji - Drums
Taro Takagi - Percussions



(2006) Bluestone Co

Tracks:
01 - Silver Horse 04:53
02 - In The News Today 05:29
03 - She Cries 05:46
04 - Luck Shine On Me 05:41
05 - Me n' You 05:11
06 - Carnal Assets 05:25
07 - Valle Colorado 05:37


[RS] [90MB @320kbps]



(2008) Supernatural Delight

Tracks:
01 - S.S.S. 01:01
02 - Got Your Spell On Me 04:58
03 - Electric Rainbow 06:52
04 - Real Gate 08:53
05 - Song Of Yesterday 07:09
06 - Colonel Panic 05:01
07 - Stomp 06:14
08 - Rubber Necking 04:42
09 - Cissy Strut 09:36
10 - Desert Blues.mp3 04:45


[RS] [139MB @320kbps]

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Terça do Omar: Jim Suhler & Monkey Beat


Jim Suhler & Monkey Beat (2007) Tijuana Bible

Este guitarrista Texano con más de 17 años de estrada, divide su tiempo entre George Thorogood and Destroyers de la cual es miembro hace 10 años y su propia banda Monkey Beats. En este su último albun con los Monkeys, Suhler presenta una buena combinación de heavy blues y tex-mex, con riff pesados y sólidos. Este disco tambien cuenta con la colaboración de E.Bishop, J.Bonamassa y J.Hall.

Line Up:
Jim Suhler: guitar, slide guitar, vocals
Carlton Powel: bass
Shawn Phares: keyboards
Jimmy Morgan: drums
Elvin Bishop: # 3
Joe Bonamassa: # 7
Jimmy Hall: # 9

Tracks:
01 - Tijuana Bible 04:10
02 - Devil In Me 03:30
03 - Drunken Hearted Boy 04:41
04 - Up To My Neck In You 04:52
05 - Long Hot Summer 05:23
06 - Black Sky 05:09
07 - Deep Water Lullaby 06:06
08 - Years Of Tears 05:13
09 - Po' Lightnin' 04:08
10 - Border Rock 03:29
11 - Mexicali Run 04:02
12 - Sunday Drunk 03:43
13 - Chaos In Texas 03:54
14 - Juice 04:05
15 - I Could've Had Religion 05:20
16 - Cold Light Of Day 03:37


[MC] [156MB @320kbps]

Morcegando: Blues Co-op


Blues Co-op (2001) Muddy Water Fever

O som deste disco é o de uma 'filial' do Gov't Mule, com os vocais e guitarra de John Jaworowicz. A Co-op é composta por vários convidados incluindo Warren Haynes, na guitarra, os guitarristas Jimmy Nalls e Jack Pearson, ambos da banda de Gregg Allman, Willie Howse, também da banda de Gregg Allman, na harmônica, Chucki Bruke, baterista da banda de Willie Dixon, e Billy Earheart, da Amazing Rhythm Aces, nos teclados.

Todas as músicas dos disco, com exceção de "Back Door Man' (Willie Dixon) são de autoria ou co-autoria de Jaworowicz, com destaques para "Muddy Water Fever" e "Shake You Down".

Personnel:
John Jaworowicz - Guitar, Vocals
Warren Haynes - Guitar (Gov't Mule, The Nighthawks, The Allman Brothers Band, Dickey Betts Band)
Jimmy Nalls - Guitar (Sea Level, The Nighthawks, Mack Rebbenack, Gregg Allman Band)
Jack Pearson - Guitar (The Allman Brothers Band, The Nationals, Gregg Allman Band)
Chucki Burke - Drums (Willie Dixon, Slim Harpo)
Billy Earheart - Hammond B3 (Amazing Rhythm Aces, Al Green)
Maxwell Schauff - Drums (Lonnie Mack)
William Howse - Harmonica (Gregg Allman Band, The Nationals)
Moe Denham - Hammond B3 (Tony Joe White, Gatemouth Brown)
Michael Organ - Drums (Sonny Landreth, Amazing Rhythm Aces)

Tracks:
01 - Muddy Waters Fever 03:55
02 - Back Door Man 05:13
03 - Before The Bullets Fly 03:13
04 - Who To Believe 04:15
05 - Kindness For Weakness 04:29
06 - Why Can't I Get Lucky With You 03:09
07 - Shake You Down 03:44
08 - The Eyes Don't Lie 03:33
09 - When The Blues Come Knockin' 04:32
10 - Dirty Deals 03:32
11 - Give Me Some Slack 03:02
12 - So Wrong For So Long 04:42


[RS] [101MB @320kbps]