quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

PERDIDOS NO ESPAÇO: KLAATU



O Klaatu foi um conjunto canadense, fundado em 1973 e rotulado de "progressivo" pela maioria, era formado pelos multiinstrumentistas e vocalistas John Woloschuk, Dee Long e Terry Draper. A despeito de sua trajetória ser um mar de incertezas, contradições e boatos (principalmente nas questões onde envolve o nome dos Beatles - seja jogada de marketing ou mal entendido de alguém - e nas "influencias" ou "referencias" a coisas místicas e seres de outro planeta) considero que musicalmente eles tem uma grande importância pois suas canções eram um híbrido de tudo o que muita gente anseiava ou imaginava àquela época, uma incessante busca por qualquer microscópico fato extra-terreno, certamente influenciados pela "corrida espacial".

Trata-se de uma música com ótimos arranjos vocais e instrumentais, porém, longe de ser definida como "de gosto popular". Mas, meus ouvidos particularmente apreciam ...

Os álbuns que posto a seguir são dois momentos bem distintos da banda, sendo que o "3:47 EST" (lançado nos EUA simplesmente como "Klaatu") é o primeiro disco, lançado pela Capitol Records e produzido por ninguém menos que Terry Brown, retratando toda a criatividade aflorada e o esmero da produção; o outro "Sir Army Suit" considero o "patinho feio" já que algumas músicas são demos antigas, a capa é a única que não foi pintada por Ted Jones, a produção não foi de Terry Brown (que produziu todos os outros) e a banda estava num "recesso criativo" provocado pelo antecessor álbum "Hope", mas revelou-se, apesar de tudo, um belo trabalho.



(1976) 3:47 EST

"3:47 EST é o primeiro álbum do Klaatu lançado em agosto de 1976. O álbum foi renomeado Klaatu quando lançado nos EUA pela Capitol Records. É considerado um dos maiores álbuns da banda (juntamente com "Hope"), utilizando o mesmo tipo de rock psicodélico Beatlesque (no estilo do "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band" and "Magical Mystery Tour"), com algumas novidades, mais notadamente distorções vocais, mais instrumentos de apoio e alguns obscuros instrumentos musicais como cítaras elétricas. O Juno-nomeado capa do álbum foi pintado por um amigo de longa data da banda, o talentoso artista gráfico Ted Jones.
Por várias razões, foram espalhados boatos na esteira do lançamento do álbum de que Klaatu era, na verdade, uma reunião secreta dos Beatles. Embora muitas das canções do álbum não terem nenhuma semelhança com qualquer coisa no catálogo dos Beatles ( "California Jam" e "True Life Hero", por exemplo), vários outros números - especialmente "Sub-Rosa Subway" - são toques mortos para o Fab Four.
O álbum teve um sucesso moderado nos Estados Unidos, talvez em parte como resultado dos boatos sobre os Beatles." (Wikipedia - tradução livre do Inglês)


Track list:
01. "Calling Occupants of Interplanetary Craft"
02. "California Jam"
03. "Anus of Uranus"
04. "Sub-Rosa Subway"
05. "True Life Hero"
06. "Doctor Marvello"
07. "Sir Bodsworth Rugglesby III"
08. "Little Neutrino"


[MU] [82MB]


(1978) Sir Army Suit

"Sir Army Suit é o terceiro álbum gravado pelo Klaatu. Notou-se por ser visivelmente diferente de seus dois álbuns anteriores, 3:47 EST e Hope, adotando um sentimento mais pop (como a canção "Juicy Luicy", sendo uma Disco Song). Muitas dessas canções são recuperações de demos que a banda fez antes da fama e foram revividos devido a John Woloschuk ter passado um ano escrevendo e organizando o "Hope álbum" deixando-o artisticamente esgotado. Outro dos compositores principais da banda, Dee Long , "segurou o rojão" com várias novas composições e, finalmente, co-produzindo e projetando as gravações, enquanto o produtor regular da banda, Terry Brown, estava ocupado trabalhando com o Rush e Webster Max.
Apesar disso, porém, o álbum é geralmente bem visto por fãs do grupo."(Wikipedia - tradução livre do Inglês)


Track list:
01. "A Routine Day"
02. "Juicy Luicy"
03. "Everybody Took a Holiday"
04. "Older"
05. "Dear Christine"
06. "Mister Manson"
07. "Tokeymor Field"
08. "Perpetual Motion Machine"
09. "Cherie"
10. "Silly Boys"


[MU] [34MB]

Canned Heat By Juca Pirama


Canned Heat (2002) Live In Oz

Ao vivo do Canned Heat com o excelente guitarrista Walter Trout, gravado em Nova Iorque. Honestamente não sei se é boot ou não, mas vale o download de qualquer forma, sobretudo pela gigante "Refried Hockey Boogie".

Formação:
Fito De La Parra - Bateria
Walter Trout - Guitarra/ Vocais
Mike "The Mouth" Halbey - Guitarra/ Vocais
Rick "Cherry Red" Kellog - Gaita/ Vocais
(Paul) Ernie Rodriguez - Baixo/ Vocais

Músicas:
1. On The Road Again 5:07
2. Amphetamine Anne 5:57
3. Goin' Up Country 3:06
4. Let's Work Together 3:44
5. Kings Of The Boogie 3:24
6. Refried Hockey Boogie 23:12
7. Hell's On Down The Line 4:19
8. Chicken Shack Boogie 3:28
9. So Long 3:49


[MU] [105MB @256kbps]

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Três bandas unidas pelo rock and roll e, lamentavelmente, por imerecida impopularidade: Rebel Storm, Magnolia Electric Co. e The Watts

Penso que o título da postagem é auto-explicativo: três boas bandas (se fosse adjetivá-las de ótimas ou excelentes não lhes faria favor algum, no meu entendimento, mas vou deixar isso a critério de quem for ouvi-las; afinal, gosto é uma coisa subjetiva), perseguidas, contudo, pela maldição do mainstream, que, ao menos no Brasil (o título, na realidade, era para conter a ressalva de que a impopularidade se dava ao menos no Brasil, mas ficou muito grande e o blogger não aceitou; por isso faço-a agora, porque não conheço o grau de popularidade das bandas noutros países, especialmente nos EEUU, de onde são originárias) parece só valorizar lixo (quem costuma escutar rádio FM decerto não irá me desmentir); se não fosse a internet, é bem pouco provável que estivéssemos ouvindo os discos que escutamos hoje. Mas chega de lero-lero e vamos às ditas cujas:













Rebel Storm (2001) Stormin’ South

Músicas:
1. Talkin’ Bout Love (Moss) 5:34
2. Mississippi Moon (Moss) 4:35
3. Good Times (Moss) 3:32
4. Takin’ All I Can (Moss, Swensen, Nesbitt) 2:48
5. What Your Lovin’ Means (Moss, Swensen) 4:15
6. The Way I’m Livin’ (Moss, Nesbitt, Swensen) 5:19
7. Bad Girls (Moss, Markham) 4:55
8. Gatorville (Moss) 5:16
9. Drinkin’ Muddy Water (Moss) 3:02
10. Last True Believers (Moss) 33:34(*)
(*) A duração da música não corresponde à realidade; inicialmente, ela chega aos 12 minutos, depois há um hiato de aproximadamente 11 minutos, sem som algum, quando então ela recomeça e alcança os 33 minutos apontados, mas com uma nova melodia; não me perguntem o porquê disso...
Músicos:
Billy Moss: Guitar, Vocals
Pat Moss: Guitar
Don Swensen: Bass, Vocals
Bobby Nesbitt: Drums
Músicos convidados:
Joe Riggio: Guitar
Robert Lovey: Piano


[FU] [95MB @320kbps]

Um pouco da história da banda vai contada a seguir, em versão livre do inglês, com texto extraído do site cdbaby.
O som da Storm Rebel tem sido descrito como uma fusão de jazz, blues e rock, com sotaque sulista, incorporando elementos de todos esses gêneros e muito mais.
As apresentações da Storm Rebel ganharam resenhas entusiasmadas nos Estados Unidos e na Europa. Dupla de guitarristas harmoniosa e abrasadora. Ritmos tensos, sólidos. Piano e órgão apaixonantes. Atrás, um acompanhamento retumbante. É um show que começa balançante e dura horas; simplesmente não pára! Sua apresentação foi nomeada para o “Best Live-Act of 2002” pelos freqüentadores do site www.rocktip.de, na Alemanha, e seu CD de estréia, “Stormin’ South” foi eleito o 4º álbum do ano de 2002 pelos leitores da revista “Bands of Dixie”, da França! A Rebel Storm é uma orgulhosa ganhadora do “2002 GRITZ Southern Music Hall of Fame Horizon Award”. Sua música é ouvida de Seattle a Sydney, de Tacoma a Tóquio, e em todos os lugares no meio! O grupo é reconhecido internacionalmente como uma nova e poderosa força no universo das bandas guitarreiras, do southern rock.
Em maio de 2003, a banda lançou seu segundo CD, “The Hard Way”. As críticas têm sido extraordinárias, chamando-o de “...uma obra-prima do Southern Rock”, e reforçando a posição da Storm Rebel como uma banda cuja hora chegou!
Aqui estão algumas citações das opiniões sobre o disco “Stormin’ South”:
“...voz perfeita...”
“...roqueiros dinâmicos...”
“o CD de estréia da Storm Rebel é imperdível” – www.home-de-rock.de (nota minha: o site não existe mais)
“...uma banda ultra-segura...”
“...revigorante e excepcionalmente original...”
“...a entrega da banda é impecável...”
“…guitarras matadoras...” – GRITZ Magazine (www.gritz.net) (nota minha: mudou o endereço da GRITZ Magazine).













Magnolia Electric Co. (2005) Trials & Errors (Live)

Músicas:
1. The Dark Don't Hide It (5:51)
2. Don’t This Look Like The Dark (5:50)
3. Such Pretty Eyes For A Snake (8:49)
4. Almost Was Good Enough ( 9:13)
5. North Star (8:26)
6. Ring The Bell (6:01)
7. Cross The Road (6:38)
8. Leave The City (6:21)
9. The Last 3 Human Words (7:11)
10. The Big Beast (7:58)
(Todas as músicas foram compostas por Jason Molina)
Músicos:
Jason Molina: Guitar, Vocals
Jason Groth: Guitar
Mike Kapinus: Trumpet, Guitar (Bass)
Pete Schreiner: Drums


[FU] [147MB @320kbps]

David Serra escreveu a biografia da banda para o site allmusic, que está contida no próximo parágrafo, em tradução livre do inglês.
Depois de aposentar Songs: Ohia, Jason Molina recomeçou suas atividades com a Magnolia Electric Co., um renovado veículo para explorar o seu country rock. O nome do novo grupo foi retirado do título do último disco da Songs: Ohia, e a banda provou ser a ligação adequada do passado para a próxima fase dos projetos de Molina. A composição inicial do quarteto, em 2003, consistia de Pete Schreiner (Panoply Academy, Coke Dares) na bateria, Mike Kapinus (Okkervil River) no baixo e trompete, Jason Groth (Impossible Shapes, John Wilkes Booze, Coke Dares) na guitarra e Jason Molina empunhando a outra guitarra e cantando. A Magnolia Electric Co. gravou “Trials & Errors” ao vivo em Bruxelas, em 2003, com lançamento pela Secretly Canadian em janeiro de 2005. Algumas turnês mais tarde, a Magnolia Electric Co. mudou a sua formação, introduzindo Mark Rice (Impossible Shapes, John Wilkes Booze) na bateria e movendo Schreiner para o baixo e Kapinus para o trompete e teclados, enquanto Groth e Molina permaneceram nas guitarras e vocais. O primeiro álbum completo de estúdio da banda surgiu com arrebatadas resenhas na primavera de 2005, pelo selo Secretly Canadian. A banda não desacelerou, passando a excursionar na maior parte do verão e lançando um EP com cinco músicas, “Hard To Love A Man”, em outubro. Em setembro de 2006, lançou “Fading Trails”, e, na seqüência, em agosto de 2007, o “Sojourner”, uma edição limitada com quatro CDs, para os fãs.













The Watts (2008) The Watts

Músicas:
1. The One Place She Won't Go (Taylor, Cash) 3:53
2. Take Me (Cash) 3:40
3. Hearsay (Taylor) 2:45
4. Monarch To Mexico (Cash) 4:08
5. A Matter Of Pride (Taylor, Whisnant) 4:30
6. Butterflies (Cash, Taylor) 4:20
7. Children (Taylor) 4:07
8. Until At Last I Meet The Next One (Taylor) 3:03
9. Sparingly (Cash) 3:05
10. Away With Words (Dannert, Taylor) 4:22
11. Candlelight (Taylor, Cash) 4:00
12. The Trouble We Get Into (Taylor) 2:41
Músicos:
Chris Cash: Vocals, Guitars
Tad Taylor: Vocals, Guitars
Kyle Dannert: Bass, Backing Vocals
Donavan Turner: Drums, Percussion, Backing Vocals


[FU] [37MB @ABR]

A biografia da Watts foi extraída do site da banda e segue, nos parágrafos seguintes, em tradução livre do inglês.
The Watts é uma banda de rock ‘n’ roll, tanto no sentido básico quanto no sentido eclético da conotação. Uma sólida formação com dois guitarristas, abastecidos com um pulsante contrabaixo e uma bateria, The Watts tem estilo e som para deliciar os puristas do rock clássico, e o grupo gerou comparações com The Beatles, Led Zeppelin, Grateful Dead e Santana (comentário meu: a afirmativa é tão ridícula que chega a comprometer o trabalho da banda; quem ouvi-la depois de ler o exagerado comentário, tenderá a subestimá-la, pois a comparação lhe é totalmente desfavorável; pra que isso?).
The Watts, porém, não é, de maneira nenhuma, uma banda de rock revival. Composta por quatro membros que afiaram seus dotes musicais na década de 80, apresentaram-se e escreveram canções durante os anos 90 e início de 2000, a banda tem um apelo moderno para o público, e também tem sido comparada com Sugar Ray, Red Hot Chili Peppers, Sublime e 311 (comentário meu: a comparação continua ruim, só que agora em sentido contrário... se é que me entendem).
Com influências tão diversas quanto suas personalidades individuais, o estilo da Watts abrange elementos do funk de New Orleans, do rhythm and blues de Chicago e do soul de Detroit, bem como inflexões do reggae jamaicano e do sabor florescente do southern rock indígena da sua terra natal, o estado da Carolina do Sul.
A banda reuniu-se pela primeira vez durante o verão de 2006, quando o baterista Donavan Turner e o baixista Kyle Dannert juntaram-se aos vocalistas e guitarristas Chris Cash e Tad Taylor, que tocaram juntos anteriormente numa banda de blues.

Morcegando: Gary Glitter


Gary Glitter (1972) Glitter

Tracks:
01 - Rock & Roll (Part 1) 03:00
02 - Baby Please Don't Go 02:54
03 - The Wanderer 02:45
04 - I Didn't Know I Loved You (Till I Saw You Rock And Roll) 03:23
05 - Ain't That A Shame 02:40
06 - School Days (Ring Ring Goes The Bell) 03:07
07 - Rock On 03:32
08 - Donna 04:18
09 - The Famous Instigator 03:24
10 - The Clapping Song (Clap Pat Clap Slap) 03:13
11 - Shaky Sue 02:21
12 - Rock And Roll (Part 2) 03:01
13 - I'm The Leader Of The Gang (I Am) 03:30
14 - Just Fancy That 02:40
15 - I Love You Love Me Love 03:13
16 - Hands Up! Its A Stick Up 03:07
17 - Remember Me This Way 04:21


[RS] [118MB @320kbps]




Gary Glitter (1973) Rock & Roll Part 1 and 2 (EP)

Tracks:
01 - Rock & Roll (Long Version) 05:06
02 - Rock & Roll (Part 1) 03:00
03 - Rock & Roll (Part 2) 02:58


[RS] [24MB @320kbps]

Gary Glitter ganhou destaque na cenário do glam rock da década de 1970. Ele teve uma das mais longas permanências nas listas de vendas do qualquer outro cantor solo no Reino Unido durante os anos 1970. Com vários sucessos, incluindo "Rock & Roll parts 1 e 2", "I Love You Love Me Love", "I'm the Leader of the Gang (I Am) "e" Hello, Hello, I'm Back Again ". Entre 1972 e 1995 Glitter teve 26 singles no Top 100 por um total de 180 semanas. Ele continuou a gravar na década de 1980 e 1990, com sua canção de 1984 "Another Rock N' Roll Christmas" sendo um dos Top 30 hits de Natal de todos os tempos. Ele lançou sete álbuns de estúdio, e pelo menos 15 coletâneas e álbuns ao vivo. Em 1998, sua gravação de "Rock & Roll" foi listada como uma das top 1001 canções na história da música.

Este post é dedicado à Cristina Brum, Ser da Noite de primeira hora, que faz aniversário hoje. Parabéns Cris!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

The Screamin’ Cheetah Wheelies by Dugabowski


The Screamin’ Cheetah Wheelies (2000) Live, Volume 1 & 2

Personnel:
Mike Farris: Vocals, Guitar
Steve Burgess: Bass
Terry Thomas: Drums
Bob Watkins: Guitar
Rick White: Guitar

Tracks:
Vol. 1
1. Intro (2:07)
2. Shakin’ The Blues (Farris, Watkins, White) 3:16
3. Ride The Tide ( Farris) 6:29
4. Something Else (Farris, Watkins, Watkins, White) 7:31
5. This Is The Time (Burgess, Farris, Thomas, Watkins, White) 6:41
6. Slow Burn (Burgess, Farris, Thomas, Watkins, White) 7:41
7. Leave Your Pride (Farris, Watkins, White) 8:12
8. Majestic (Farris, Thomas, Watkins, White) 7:38
9. Moses Brown (Farris, Watkins, White) 6:13

Vol. 2
1. Hello From Venus (6:33)
2. I Found Love (10:00)
3. Magnolia (6:33)
4. Father Speaks (10:41)
5. Messenger’s Lament ( 6:07)
6. I Dreamed (4:00)
7. You Are ( 7:57)

A biografia da banda, traduzida livremente do inglês, assinada por Thomas Erlewine e divulgada no site allmusic.

Assim como a Collective Soul e a Cry Of Love, The Screamin’ Cheetah Wheelies foi uma banda de hard rock clássico, que se celebrizou no auge do grunge e do rock alternativo. Escrevendo canções cativantes à maneira da Collective Soul, a banda sinalizou que seria capaz de lutar até o topo das paradas. The Whellies se saiu melhor do que a Cry Of Love, que afundou sem deixar vestígio, após um baque, simplesmente porque eles conseguiram sobreviver e fazer um segundo álbum, mas o grupo nunca conseguiu cultivar uma verdadeira legião de fãs.

The Screamin’ Cheetah Wheelies – certamente um dos nomes mais ridículos da história do rock – foi formada em Nashville em 1990. Quando a banda assinou contrato com a Atlantic Records no período de loucura pós-Nirvana de 1993, era composta pelo vocalista Mike Farris, o baixista Steve Burgess, o baterista Terry Thomas e os guitarristas Rick White e Bob Watkins. The Screamin’ Cheetah Wheelies lançou seu álbum de estréia no início de 1994; após, o “Shakin’ The Blues” entrou na lista Top Ten (comentário meu: no site allmusic, o disco “Shakin’ The Blues (Live)” aparece como tendo sido lançado somente em 2002; antes constam os álbuns “Magnolia”, de 1996, e “Big Wheel”, de 1998; a frase, portanto, parece não fazer sentido, porque leva a crer que o “Shakin’ The Blues” foi lançado logo após o “The Screamin’ Cheetah Wheelies”, o que não é verdade). Nos dois anos seguintes, o grupo viajou incansavelmente, eventualmente vendendo mais de 100.000 cópias do álbum e permanecendo consistentemente nas paradas das estações de rádio AOR. Entretanto, a maioria dessas cópias começaram a aparecer nas lojas de discos usados, e o seu segundo álbum, “Magnolia”, surgido na primavera de 1994, foi solenemente ignorado. Seguiu-se “Big Wheel”, em 1998 (nota minha: e mais dois discos ao vivo).


Vol. 1
[FU] [112MB @320kbps]


Vol. 2
[FU] [104MB @320kbps]


A discografia da Screamin’ Cheetah Wheelies você encontra clicando aqui.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

BOTECO DO SERES - KILLING FLOOR


Killing Floor (2004) Zero Tolerance
[Hard Rock]

Line-up:
Bill Thorndycraft (original singer) - Vocals, harp, and acoustic guitar.
Mick Clarke (original guitarist) - Vocals, electric and acoustic guitars
Stuart (Mac) McDonald (original bassist) - Bass
Lou Martin (original pianist) - Keyboards
Chris Sharley (Mick Clarke Band, ex Sassafrass) - Drums
Bazz Smith (original drummer) - Drums (tracks 3 & 12)


Track list:
01- Burnout
02- Prozac Blues
03- Calm Down
04- Sperm Bandit
05- The Big Issue
06- Strange Love
07- Zero Tolerance
08- Run On
09- Iron Ewe
10- What Is About You?
11- Road of Diamonds
12- The Radnor Rumble
13- Fred McDowell
14- Bring It On Home


[MF] [112MB]

"Eles começaram em 1968 quando o vocalista Bill Thorndycraft e o guitarrista Mick Clarke se conheceram. Bill já conhecia o baterista Bazz Smith, o baixista Stuart (Mac) McDonald e o pianista Lou Martin. Lançaram apenas dois álbuns, que são bem vendidos até hoje.

A banda começou a ensaiar muito em vários lugares de Londres, tocando clássicos do Blues de hicago, mas também dando sua própria influência mais Hard, digamos assim. O primeiro show foi no “Middle Earth”, abrindo para a famosa banda Captain Beefheart; a partir daí não pararam de fazer shows, tocando ao lado de bandas como Ten Years After, Jethro Tull, The Nice e Yes.
Paul Kossof chegou a fazer participações nos shows também. Robert Plant também era um admirador da banda.

Lançaram o primeiro álbum 1969 pela gravadora Spark; no mesmo ano, a banda foi convidada para excursionar com Freddie King, para reviver sua carreira; a tour contou com ícones do Blues, como Howlin’ Wolf e Otis Spann.
Apesar do sucesso, a banda ameaçou acabar várias vezes, e por isso mudou algumas vezes de formação.
O segundo álbum deles, Out Of Uranos virou um exemplo perfeito do “psico-blues”, enquanto o primeiro mostra como eles sabem fazer tanto um Blues clássico, como um hard-blues de qualidade.
Depois deste segundo álbum, eles decidiram se separar e cada integrante seguiu uma carreira bem sucedida.

Em 2002, um dos integrantes originais da banda, Mick Clarke recebeu a proposta de fazer um novo álbum do Killing Floor; todos os integrantes se empolgaram com a idéia, até mesmo o baterista Bazz, que foi difícil de ser localizado. O álbum se chama Zero Tolerance e foi lançado em 2004 e recebeu excelentes críticas; ou seja, 34 anos depois (ano de 2006), com a formação originalíssima, eles

fizeram shows pela Europa. Mesmo em 2007 já tocaram em um festival na Itália e eles não pretendem parar."
(extraído do Site www.lastfm.com.br)

Resumindo: É uma banda espetacular! Apesar das muitas andanças e necessidades que a vida impõe a todos os caras são bons e se divertem tocando juntos. Acho que rock é isso!

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Dois discos da fase hippie de Johnny Rivers: L.A. Reggae (1972) e Blue Suede Shoes (1973), e, de brinde, “Demos” (2009), da Crosby, Stills & Nash

Começando pelo Johnny Rivers. Trata-se de dois dos melhores trabalhos do cantor, gravados praticamente com a mesma banda, uma rapaziada de estúdio da pesada, como se confere nas fichas técnicas dos álbuns, relançados em 2005.
Fugindo à praxe, vou me abster de colocar a biografia do cantor, porque, cá pra nós, o cara, como diz o ditado, é mais conhecido que andar pra frente (digitem o nome dele no Google pra ver...). Em vez disso, segue a resenha dos dois álbuns, feita por Thom Jureck para o site allmusic (sempre a mesma fonte, eu sei; mas fazer o quê? Reconheço que o allmusic comete muitos equívocos, mas me apontem outro site com a mesma carga de informações...) e traduzida livremente do inglês.
E atenção: os discos foram copiados diretamente dos respectivos CDs. Não os confundam com algumas cópias que rolam na rede, ripadas das versões em vinil dos álbuns, e que são uma verdadeira catástrofe: cheias de cliques e chiados, simplesmente não dá pra escutá-las; posso falar porque passei pela infeliz experiência de baixá-las e ouvi-las. Então, não comprem, ou melhor, não baixem gato por lebre... L.A. Reggae e Blue Suede Shoes, do Johnny Rivers, em CD, só aqui no SdN (uma propagandinha, de vez em quando, não faz mal a ninguém...).
Eis a resenha dos discos:
O relançamento, pela BGO, de duas gravações esquecidas de Johnny Rivers, “L.A. Reggae” e “Blue Suede Shoes”, oferece ao ouvinte uma oportunidade de familiarizar-se com um dos mais seminais cantores de rock & roll. A edição também conclui uma série de discos dois em um do artista. “L.A. Reggae”, lançado em 1972, marcou pelo sucesso da versão de Rivers para a música de Huey “Piano” Smith, “Rocking Peneumonia And The Boogie Woogie Flu”. E ainda contém refinadas covers de Paul Simon, “Mother And Child Reunion”, e de J.J. Cale, “Crazy Mama”. Existem também algumas canções originais excelentes no álbum, como “On The Borderline”, “Stories To A Child” e “Use The Power”. Já “Blue Suede Shoes” é um álbum de rock & roll revival, que traz pepitas do gênero sem traços de nostalgia. Na verdade, Rivers é tão apaixonado pelo seu trabalho e tão hábil em lidar com os músicos de estúdio que o acompanham em ambos os registros, que nada parece exagerado, inútil ou uma superprodução. Há fogo de verdade nos dois discos, e aqueles que ouviram falar de Rivers pela primeira vez devem realmente escutá-los.













Disc One - L.A. Reggae (1972)


1. Rockin’ Pneumonia - Boogie Woogie Flu (Vincent/Smith) 3:30
2. Knock On Wood (Cropper/Floyd) 3:07
3. Brown Eyed Girl (Morrison)
4. Memphis ‘72 (Berry) 3:21
5. On The Borderline (Rivers) 4:39
6. Come Home America (Rivers/Georgiadis) 2:32
7. Stories To A Child (Rivers) 4:09
8. Mother And Child Reunion ( Simon) 3:07
9. Crazy Mama (Cale) 3:02
10. New York City Dues (Rivers/Georgiadis) 5:14
11. Life Is A Game (Leadon/Georgiadis) 3:21
12. Use Te Power (Rivers/Georgiadis) 1:54


Johnny Rivers: vocals and rhythm guitar
Jim Gordon: drums
Joe Osborn: superbass
Larry Knetchel: piano
Michael Omartian: piano and organ
Jim Webb: piano and organ
Jerry Allison: drums
Dean Parks: electric and acoustic guitars
Larry Carlton: electric and acoustic guitars
Miss Bobbye Hall: congas and bongos
Gary Coleman: percussion
Jim Horn: saxophone
Chuck Finley: trumpet
Jackie Kelso: saxophone
Keith Allison: bass on “Life Is A Game”
Herb Pedersen: harmonies
Michael Georgiades: harmonies


[FU] [35MB @ABR]

Disc Two – Blue Suede Shoes (1973)


1. Blue Suede Shoes (Perkins) 2:51
2. Medley: Searching (Leiber/Stoller)/So Fine (Otis) 3:55
3. It’s All Right (Mayfield) 3:14
4. Hang On Sloopy (Russel/Farrel) 4:28
5. I’ll Feel A Whole Lot Better (Clark) 2:54
6. Solitary Man (Diamond) 2:44
7. Over The Line (Omartian/Dahlstrom) 4:23
8. Willie And The Hand Jive (Otis) 4:58
9. Got My Mojo Working (Foster) 5:25
10. Turn On Your Lovelight (Malone/Scott) 5:17


Johnny Rivers: vocals and rhythm guitar
Joe Osborn: bass
Jim Gordon: drums
Michael Omartian: piano and organ
Larry Knetchel: piano (on “Search” and “Feel So Fine”)
Dean Parks: lead and slide guitar
Larry Carlton: lead guitar
Gary Coleman: congas & special effects
Jim Horn: baritone & tenor saxophone
Jackie Kelso: tenor saxophone
Chuck Finley: trumpet
Background vocals by Herb Pedersen, Michael O’Martian, Michael Georgiades, James Hendricks and Johnny Rivers
Harmony on “Solitary Man”: Herb Pedersen


[FU] [33MB @ABR]

Vamos agora ao brinde. Em junho de 2009, a gravadora Rhino lançou um disco contendo 12 demos (gravações acústicas, na verdade) dos integrantes da Crosby, Stills & Nash (mas deveria constar o Young também, pois ele participa do disco; coisas de marketing ou de contrato.. eu acho), gravadas pelos integrantes da banda, sozinhos, em duo ou mesmo em trio (não há gravação dos quatro componentes juntos). Devo advertir, porém, que, na minha opinião, é um disco produzido para os fãs do quarteto, porque são canções acústicas, intimistas e gravadas informalmente; a impressão é de um registro doméstico. Por outro lado, embora inexistam informações a respeito, ouvindo o disco percebe-se que não há outros músicos acompanhando o quarteto. Então o line-up seria composto com aquilo que já se sabe, em termos instrumentais, sobre a C,S,N&Y, em que pese, volto a insistir, não haver certeza quanto a isso. Deixa-se também de fornecer a biografia da banda, pelos mesmos motivos pelos quais não se forneceu a do Johnny Rivers.













Crosby, Stills & Nash (2009) Demos



1. Marrakesh Express (com Crosby, Stills & Nash)
2. Almost Cut My Hair (com David Crosby)
3. You Don't Have To Cry (com Stephen Stills)
4. Déjà Vu (com David Crosby)
5. Sleep Song (com Graham Nash)
6. My Love Is A Gentle Thing (com Stephen Stills)
7. Be Yourself (com Graham Nash)
8. Music Is Love (com Crosby, Young & Nash)
9. Singing Call (com Stephen Stills)
10. Long Time Gone (com Crosby & Stills)
11. Chicago (com Graham Nash)
12. Love The One You’re With (com Stephen Stills)


Stephen Stills: Vocals, Guitar
David Crosby: Vocals, Guitar
Graham Nash: Vocals, Keyboards, Guitar
Neil Young: Vocals, Guitar
Nota: Os instrumentos listados são baseados nas performances habituais dos músicos; não significam que eles os tenham tocado ou que não tenham tocado outros. Também não há certeza de que outros músicos não os tenham acompanhado.


[FU] [32MB @ABR]

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Morcegando: Keith Richards Benefit Concert


The New Barbarians & The Rolling Stones
Keith Richards Benefit Concert
Recorded Live at Oshawa Civic Auditorium, Oshawa, Ontario, Canada
April 22, 1979

Este é o concerto de Keith Richards realizado como parte de sua sentença por uma apreensão de drogas no Canadá. O título oficial do concerto foi: The C.N.I.B. Benefit Concert. Foi realizada no Oshawa Civic Auditorium, em Toronto, em 22 de abril de 1979. Primeiro set ficou a cargo dos New Barbarians (que incluía Keith e Ron Wood). Em seguida, os Stones fizeram um show.

Personnel:
# The New Barbarians:
Ronnie Wood - guitars, vocals
Keith Richards - guitars, vocals
Stanley Clarke - bass
Ian McLagan - keyboards
Bobby Keys - saxophone
Joseph Zigaboo - drums

# The Rolling Stones:
Mick Jagger - lead vocals, harmonica, keyboards, guitar
Keith Richards - guitars, vocals, bass, keyboards, percussion
Charlie Watts - drums, percussion
Ronnie Wood - guitars, backing vocals, bass, drums, percussion
Bill Wyman - bass, synthesizer

Tracks:
# Disc 1 (The New Barbarians):
01 - New Barbarians Concert Introduction 03:30
02 - New Barbarians, The Sweet Little Rock'n'roller 04:05
03 - F.U.C. Her 04:26
04 - Breathe On Me 09:29
05 - Infekshun 04:08
06 - I Can Feel The Fire 06:35
07 - Am I Grooving You 08:05
08 - Seven Days 04:38
09 - Before They Make Me Run 03:22

# Disc 2 (The Rolling Stones):
01 - Prodigal Son 03:02
02 - Let It Rock 02:55
03 - Respectable 03:04
04 - Star Star (Starfucker) 05:21
05 - Beast Of Burden 06:32
06 - Just My Imagination (Running Away) 06:54
07 - When The Whip Comes Down 04:54
08 - Shattered 04:26
09 - Miss You 09:19
10 - Jumping Jack Flash 07:43

Disc 1
[RS] [108MB @320kbps]


Disc 2
[RS] [119MB @320kbps]

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Morcegando: Steve Winwood


Steve Winwood (2009) Back In The High Life - Live

Este é um lançamento de 2009 de Steve Winwood, gravado ao vivo na Alemanha em 1997. Durante este show, Steve Winwood nos leva a uma viagem musical através de sua incrível carreira, incluindo sucessos solo e os favoritos de seu ano com o Traffic e Spencer Davis Group. 13 faixas, incluindo "Gimme Some Lovin'", "Higher Love ', "I'm A Man", e "Back In The High Life Again".

Personnel:
Steve Winwood: guitar, hammond organ, vocals
Scott Firth: bass
Tim Cunsfield: guitar
Randall Bramblett: sax, hammond organ,keyboards
Emma White: vocals
Val Chalmers: vocals
Kevin Robinson: trumpet, keyboards
Walredo Reyes, Jr: drums
Martin Verdink: percussion
Mike McEvoy: keyboards, guitar, violin

Tracks:
# Disk 1
1. I'm a Man
2. Roll with It
3. Freedom Overspill
4. Spy in the House of Love
5. Gotta Get Back to My Baby
6. Can't Find My Way Home
7. The Low Spark of High Heeled Boys

# Disk 2
1. Glad
2. Family Affair
3. Just Wanna Have Some Fun
4. Higher Love
5. Back in the High Life Again
6. Gimme Some Lovin'

Disc 1
[RS] [101MB @320kbps]


Disc 2
[RS] [93MB @320kbps]

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

ENTREGA ESPECIAL PARA O APONCHO: "Festival Express"





Festival Express (2003)
[Documentário]


[MU] [198MB] Part 1


[MU] [198MB] Part 2


[MU] [198MB] Part 3


[MU] [92MB] Part 4

"Em 1970, um comboio viajou por todo o Canadá transportando algumas das maiores bandas de rock da época. Janis Joplin, The Band, The Grateful Dead, Dellaney & Bonnie, Buddy Guy, Ian & Sylvia e outros viveram (e festejaram) juntos por cinco dias, dando concertos onde e quando eles parassem. O trem era chamado de Festival Express.

Festival Express só poderia ter sido a maior, e certamente a mais longa, festa non-stop de rock'n'roll de todos os tempos.

Apelidado de The Million Dollar Bash pela Rolling Stone Magazine, Festival Express foi projetado para captalisar na então vigente moda por multi-dias dos festivais de música de talentos "da pesada".

Seguindo os passos de Woodstock, no Verão de 1970 os festivais se tornaram uma parte constante da paisagem rock'n'roll.

Festival Express foi planejado como um festival, com a diferença - seria portátil. Os artistas iriam se apresentar em festivais em locais determinados ao longo da área central canadense, de Toronto a Calgary - e o transporte entre eles era de trem fretado. Isto provou ser um golpe de génio, indelével carimbar o evento com uma aura de magia, como o grande número de intérpretes assinando contrato, apesar de ter sido oferecido a eles um cachê substancialmente abaixo de sua taxa costumeira. Os músicos afirmaram que o passeio de trem soaria como festas que encerravam todas as outras festas."
(Extraido do Site Oficial: www.festivalexpress.com com tradução livre do inglês).

Morcegando: Steamhammer


Steamhammer (1970) Mountains

Personnel:
Kieran White - vocals, guitar, harmonica
Martin Pugh - guitar
Steve Davy - bass
Mick Bradley - drums

Tracks:
01 - I Would't Have Thought 05:41
02 - Levinia 03:30
03 - Henry Lane 03:54
04 - Walking Down The Road 03:46
05 - Mountains 05:40
06 - Leader Of The Ring 02:54
07 - Riding Of The L&N 10:11
08 - Hold That Train 05:54

Steamhammer foi uma banda de blues rock formada em 1968 na cidade britânica de Worthing. A banda era composta por vários veteranos de blues e folk que estavam interessados em experimentar algo novo. A banda foi para a estrada quase imediatamente após a sua criação acompanhando a lenda do blues Freddie King, que precisava de uma banda de apoio para sua turnê européia. Na primavera do ano seguinte, eles assinaram um contrato com a CBS Records e lançaram seu álbum de estréia.

'Mountains', lançado em 1970 pelo selo Repertoire Records, é o terceiro álbum da banda.


[RS] [85MB @256kbps]

A discografia do Steamhammer você encontra clicando aqui.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Três bandas progressivas no palco: Aunt Mary, Man e Curved Air.

Como diz o famoso (só no Brasil mesmo...) dublê de filósofo e apresentador de TV, Faustão: quem sabe faz ao vivo. E aí não tem como discordar do morrinha, pois realmente é no palco que se vê se a banda presta. Muitos grupos fizeram a fama com discos de estúdio; quando iam se apresentar ao vivo, era um desastre.
Então coloco em julgamento três bandas do chamado rock progressivo, com seus respectivos discos ao vivo. Mas não sei se é o caso, porque, na verdade, todas se sentiam mais à vontade nos shows do que nos estúdios, e, portanto, suas apresentações ao vivo costumavam ser feéricas. Mas, enfim, julguem vocês mesmos.













Aunt Mary (1981) Live Reunion

Músicas:
1. Playthings Of The Wind (Christiansen) 3:13
2. Joinin’ The Crowd (Christiansen, Gundersen) 4:32
3. All We’ve Got To Do Is Dream (Christiansen, Gundersen) 6:19
4. Wild Turkey (Aunt Mary) 4:20
5. I’ve Got News For You (Alfred) 4:20
6. G Flat Road (Christiansen, Gundersen) 15:20
Músicos:
Bjørn Christiansen: Guitar, Vocals
Svein Gundersen: Bass, Vocals
Ketil Stensvik: Drums








[FU] [92MB @320kbps]


Segue uma minúscula biografia da banda, extraída do site Prog Archives e traduzida livremente do inglês.
Uma das primeiras e por muitos considerada uma das definitivamente melhores bandas progressivas norueguesas. Sua música é uma mistura de heavy e hard rock, combinada com claras influências do gênero sinfônico. O som mais sinfônico, no entanto, não apareceu até o seu terceiro e último álbum de estúdio, “Janus”. Um grande álbum-conceito, para começar. Se você quiser o mais retumbante som proveniente da Aunt Mary, procure pelo disco de 1972, “Loaded”. Músicos altamente qualificados, combinados com boas e criativas melodias, fizeram da Aunt Mary uma importante banda da Noruega para se familiarizar.













Man (2007) Live At The Padget Rooms, Penarth (1972)

Músicas(*):
1. Spunk Rock (24:49)
2. Many Are Called But Few Get Up (Ace, Jones, Leonard, Williams) 10:42
3. Angel Easy (5:16)
4. H. Samuel (Ace, Jones, Leonard, Williams) 19:27
5. Romain (20:36)
6. Daughter Of The Fireplace (Leonard) 7:57
(*) Segundo a Wikipedia, no relançamento em CD do disco, em 2007, foram acrescentadas três faixas bônus (“Spunk Junk”, “Angel Easy” e “Romain”), porém sem indicação dos autores das músicas
Músicos:
Martin Ace: Bass, Guitar, Vocals
Micky Jones: Guitar, Vocals
Deke Leonard: Guitar, Vocals
Terry Williams: Drums, Vocals








[FU] [160MB @256kbps]


Bruce Eder escreveu, para o site allmusic, a biografia da banda, que vai adiante em tradução livre do inglês.
Man foi uma das bandas mais promissoras saídas do País de Gales no início dos anos 70. Junto com Brinsley Schwarz, a banda ajudou a estabelecer o núcleo do som pub rock, mas o grupo apostou mais alto e também teve um componente progressivo no seu trabalho que o diferenciava de muitos de seus rivais. Man surgiu como um grupo vocal do tipo Four Seasons cumulado com Beach Boys, com base em Swansea, País de Gales, chamado inicialmente de Bystanders, que começou a experimentar um som mais consistente, mais progressivo, no palco. A banda foi encorajada a prosseguir nessa direção, e assim foi formada: Micky Jones (guitarra e vocal), Deke Leonard (guitarra e vocal), John Clive (guitarra, teclados, vocais), Ray Williams (baixo) e Jeff Jones (bateria).
Seu primeiro disco, “Revelation”, lançado em 1969 pela Pye, foi um álbum-conceito, do qual resultou um sucesso europeu único, “Erótica”, que continha o som de um orgasmo e, por isso, não entrou nas paradas inglesas. Seu segundo álbum, “2 Ozs. Of Plastic With A Hole In The Middle”, mostrou uma ligeira nova tendência da banda, com um som de estúdio quase ao vivo e mais interação criativa entre as guitarras, que alguns críticos compararam ao início da carreira da Quicksilver Messenger Service e outra bandas da Costa Oeste. Deke Leonard, em particular, cujo modo de tocar foi fortemente influenciado por Mick Green, da Pirates, tornou-se a estrela do grupo, por aclamação popular. Quando seu contrato com a Pye Records terminou em 1969, o grupo assinou com a United Artists-Liberty, com uma nova seção rítmica composta por Terry Williams na bateria e vocais e Martin Ace no baixo. Seu terceiro álbum, “Man”, foi um sucesso, e o disco seguinte, “Do You Like It Here, Are You Settling In”, de 1971, rendeu vários shows populares.
Em fevereiro de 1972, o grupo apareceu no Greasy Truckers’ Ball, um concerto beneficente realizado em Londres, que foi gravado para a posteridade, ao lado da Brinsley Schwarz e Hawkwind. Seu desempenho foi tão impressionante que o chefe da United Artists, Andrew Lauder (que também foi responsável por ajudar o pós-Flamin’ Groovies, Roy Loney, a apresentar-se junto), encorajou a banda a gravar um álbum ao vivo. O resultado foi o “Live At The Padget Rooms, Penarth”, o disco inovador da banda, apesar de ter sido originalmente lançado em uma edição limitada de 8.000 cópias. O álbum se tornou um cobiçado item de colecionador, na Inglaterra, e de repente o grupo despertou a atenção da maioria do público comprador de discos.
Infelizmente, foi depois do lançamento desse álbum que Deke Leonard decidiu sair da banda e seguir carreira solo, na qual ele começou com o bem sucedido álbum “Iceberg”. Man estava construindo sua reputação, e seu próximo álbum, “Be Good To Yourself At Least Once A Day”, rendeu algumas boas canções (incluindo “Bananas”). Nesse ponto, a Pye lançou uma retrospectiva dos seus dois primeiros álbuns, enquanto a formação do grupo na época começou a mudar novamente – Deke Leonard estava de volta para gravar “Rhinos, Winos And Lunatics”, e o disco “Slow Motion” levou o grupo à sua primeira turnê americana. Seguiu-se o seu primeiro deslize grave, uma união com o integrante da Quicksilver, John Cippolina, para a produção de um álbum decepcionante, “Maximum Darkness”. “The Welsh Connection”, lançado pela MCA em 1976, marcou o fim da história do grupo original, embora a banda tenha desovado mais um disco, “All's Well That Ends Well”.
Durante a década de 1980, Micky Jones reuniu o grupo e os membros interessados (inclusive Deke Leonard) e encontrou um trabalho estável no circuito de rock pub. Enquanto isso, Terry Williams passou a participar da Rockpile e da Dire Straits. O interesse na Man era forte o suficiente para justificar o lançamento de uma compilação, “Perfect Timing: The U.A. Years”, em 1991. Em meados dos anos 90, a Beat Goes On começou a relançar os álbuns individuais da Man e o trabalho solo de Deke Leonard em CD.













Curved Air (1974) Live

Músicas:
1. It Happened Today (Kristina, Monkman) 5:34
2. Marie Antoinette (Kristina, Way) 6:58
3. Back Street Luv (Eyre, Kristina, Way) 3:47
4. Propositions (Monkman) 8:02
5. Young Mother (Kristina, Way) 9:06
6. Vivaldi (Way) 9:24
7. Everdance (Monkman) 6:01
Músicos (*):
Philip Kohn: Bass, Guitar
Sonja Kristina: Vocals
Francis Monkman: Organ, Synthesizer, Guitar, Keyboards
Florian Pilkington Miksa: Percussion, Drums
Darryl Way: Violin, Keyboards, Vocals
(*) Line-up extraído do site allmusic








[FU] [63MB @ABR]


A biografia da banda consta na Wikipedia brasileira, tal como segue, com pequenas correções.
O Curved Air foi fundado em 1969 por Francis Monkman (teclado e guitarra), Darryl Way (violino e vocal), Sonja Kristina Linwood (vocal), Florian Pilkington-Miksa (bateria) e Rob Martin (baixo). O grupo surgiu da banda Sisyphus, e foi nomeado por Monkman como referência à obra A Rainbow in Curved Air, do compositor contemporâneo Terry Riley.
A formação sofreu várias modificações, com Ian Eyre tomando o lugar do baixo no segundo álbum e Mike Wedgwood no terceiro. Outros membros incluem Eddie Jobson (posteriormente no Roxy Music, Frank Zappa e Jethro Tull), Stewart Copeland (The Police) e Tony Reeves (ex-Greenslade, Colosseum e John Mayall). Somente Sonja Kristina restou como membra original da banda. Monkman, posteriormente, saiu da banda para tocar com John Williams na banda Sky.
Os músicos originaram-se de diferentes escolas musicais, variando da música erudita, música folk e música eletrônica, resultando em uma mistura de rock progressivo, folk rock e fusion no som da banda.
O primeiro álbum foi lançado em 1970. Air Conditioning alcançou a oitava posição nas paradas do Reino Unido. Em 1976 a banda gravou seu último álbum e acabou se dividindo. Periodicamente a banda ainda reúne-se em sua formação original para concertos, que resultou em 1990 no lançamento do álbum ao vivo Lovechild, que foi gravado em 1973 (sic; a conclusão não tem nada a ver com a premissa; se o disco foi gravado em 1973, não há relação com as esporádicas reuniões do grupo depois da sua dissolução).

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Mike Harrison by Mulá Mohamed


Mike Harrison (2006) Late Starter

Mais um link enviado pelo Mulá Mohamed: o quarto álbum da carreira solo de Mike Harrison (Spooky Tooth), "Late Starter", de 2006, após trinta anos de seu último lançamento, Rainbow Rider.

Começamos bem o mês...

Músicos:
Mike Harrison: vocals, piano, harpsichord,
Mischka (a.k.a. Miscuka): piano, vocals
Axel Fuhrmann: organ, vocals
Leeman: guitar
Trotter Schmidt: bass, harp, vocals
Hansi Wallbaum: drums
Rietta Austin: vocals

Músicas:
01 - Out Of The Rain 04:43
02 - A Fool In Love 03:06
03 - Jealous Kind 04:23
04 - Come Back Baby 04:22
05 - I Can Give You Everything 03:13
06 - Dont Touch Me 03:37
07 - You Were Never Mine 04:20
08 - Night Time 03:58
09 - Your Good Thing Is About To End 05:06
10 - The Rock 03:44
11 - Sinners Prayer 04:17
12 - Drown In My Own Tears 03:21
13 - Let´s Go Get Stoned 03:05
14 - I Ve Got Dreams To Remember 04:10


[FU] [71MB @192kbps]

A discografia do Mike Harrison você encontra clicando aqui;
e a do Spooky Tooth aqui.