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sábado, 30 de outubro de 2010

Michael Katon (2008) Bootleg Boogie Live!














Michael Katon (2008) Bootleg Boogie Live!

Músicas:
1. Roadhouse 69 (5:44)

2. Red Moon Risin' (5:51)
3. Diablo Boogie (6:14)
4. The Devil's Daughter (5:01)
5. Motor Cycle Blues (4:13)
6. Fried Jalapenos (7:25)
7. Lucky, Lucky, Lucky (6:01)
8. Whiskey Hill (4:18)
9. American McMofo (3:54)
10. Jump Back (Your Baby Wanna Boogie) (5:24)
11. Love Hoo Doo (10:04)
Músicos:
Vou ficar devendo; perdi mais de meia hora tentando achar o lineup do disco, mas não encontrei. Só sei que o Michael Katon canta e toca guitarra (e isso porque aparece na capa senão também não saberia); o resto é um insondável mistério (aliás, o enigma perdura em todos os discos do músico; nem no seu site o camarada nomeia quem o acompanha; assim fica difícil querer informar...)



Como diz o Cub Koda (vejam o texto abaixo), o Katon é um autêntico incendiário. Levanta até o José Serra... Escutem a primeira faixa aí no player pra sentirem o “sonzinho” do cara (tá mais pra Kabum do que pra Katon, com perdão da conhecida loja de informática). E não esqueçam da velha máxima roquenrrol: toquem alto, porra! Não importa se ficarem surdos; só se vive uma vez... Então não adianta guardar, até porque na terra do Chico Xavier (ou no paraíso, é tudo igual) ninguém escuta rock mesmo: é só new age... e pro inferno também não adiantar ir com os tímpanos nos trinques porque lá o DJ Pelando só toca pancadão (queriam o quê? roquenroll? aí não seria inferno, cambada de Pedro Bó...). Então girem o botão do volume sem dó nem piedade (dos ouvidos e também dos vizinhos [quem é faroleiro, sem-teto, ilhéu, mendigo, morador de rua e assemelhado, não precisa se preocupar com isso; tão vendo só? tudo tem um lado bom]; se reclamarem [os vizinhos, não os ouvidos...], homenageiem as suas genitoras com aquelas amáveis palavras que os juízes de futebol ouvem quando estão apitando, desde que, naturalmente, vocês sejam maiores do que os reclamantes; do contrário, a prudência recomenda diminuírem o volume, ou, se for o caso [o tamanho do bombadão ou da bombadona], até mesmo desligarem o som).


A seguir, com tradução livre do inglês, uma pequena biografia de Michael Katon, produzida por Cub Koda para o site allmusic.
Da pequena cidade de Hell, Michigan, vem Michael Katon, um incendiário guitarrista-cantor-compositor-produtor, que toca um honesto e desprentensioso blues-rock. Gravando no estúdio de sua casa, Katon formou uma carreira que já se estende por mais de duas décadas e com mais ainda por vir. Sua música acha-se fortemente enraizada no gênero garage rock e no country das bandas caipiras que gravitam ao redor de Ypsilanti, Michigan, que marcaram o início do seu trabalho. É o músico estradeiro consumado, que, com a sua crença no boogie alto e impetuoso, consegue atrair um público roqueiro em questão de minutos.
Embora longe de ser desconhecido em seu país natal, a reputação de Katon e o seu sucesso foram inteiramente derivados do seu status de guitarrista virtuoso na Europa. Lançando seu primeiro álbum, “Boogie All Over Your Head”, na Suécia, em 1984, Katon gravou para o selo dinamarquês Provogue e outros, lançando uma série de discos com temas semelhantes, repartidos entre blues e rock, com suas melodias destacando o que tinha de melhor neles. Constantes turnês no exterior também ajudaram a reforçar a sua reputação por lá. Explorando todos os caminhos do rock americano de raiz, enquanto continua a produzir seus próprios discos em seu estúdio caseiro, Michael Katon é um verdadeiro blues-rocker americano, merecedor de uma audiência muito mais vasta.