Montagem: Ser da Noite

Roy Wood (1975) Mustard
[rock]
Line-up:
Roy Wood - all instruments, vocals, producer, covers
Guests:
Annie Haslam ´vocals
Phil Everly – guitar, vocals
Track list:
1. Mustard 1:28
2. Any Old Time Will Do 4:13
3. The Rain Came Down on Everything 6:35
4. You Sure Got It Now 5:34
5. Why Does Such a Pretty Girl Sing Those Sad Songs 4:34
6. The Song 6:40
7. Look Thru' the Eyes of a Fool 2:55
8. Interlude 1:28
9. Get on Down Home 7:35
Download [SB] [37MB] by Fernando (oneplusone) Torres
"Esse disco tem o mesmo conceito do 'Boulders' - a banda de um homem só (embora Annie Haslam e Phil Everly apareçam em alguns poucos backing vocals), mas tem várias diferenças em termos comparativos. Uma delas é a questão dos vocais, bem mais sofisticados. Para quem gosta de técnicas de estúdio (meu caso), é simplesmente supreendente o que ele faz com as vozes em faixas como 'Mustard' e ' You Sure Got It Now', ambas com as Andrew 'Wood' Sisters, sendo que na segunda temos também a participação de 'Robert 'Wood' Plant :) . Já em 'Why Does A Pretty Girl Sing Those Sad Songs' e 'Interlude' temos os Beach 'Wood' Boys e aposto que mesmo fãs daquela banda poderiam ser facilmente enganados (no bom sentido, claro). Evidente que a intenção de Roy é a homenagem. Ele e Brian Wilson conhecem-se e respeitam-se, Roy inclusive já tocou em um disco dos Beach Boys(*).
Outro ponto são as composições. Mantendo o padrão do "surpreenda o ouvinte a cada minuto" temos em 'Mustard' desde boggie woogie, hard rock e música pop anos 50, até música clássica(**). Os instrumentais e arranjos são também bastante complexos, e a cada audição percebe-se uma nuance que passou antes desapercebida.
O que talvez pareça um paradoxo para alguns, é que mesmo sendo o disco de uma banda de um homem só, essencialmente sem interação com outros músicos, a audição de 'Mustard' passa uma dose de emoção muito grande. É uma viagem muito particular do Roy: um imenso conjunto de influências musicais + enorme talento, criatividade e habilidade. O resultado são obras, dentre muitas outras, como "Boulders" e "Mustard". E lembrando: 'Mustard' foi lançado em 1975: estúdios digitais, computadorizados, não existiam (nem se sonhava isso) na época.
Observações:
(*) - Roy tocou sax no album "15 Big Ones" dos Beach Boys. Nessa época, esteve na casa de Brian Wilson e foi recebida pelas filhas de Brian, ainda crianças e que mais tarde formariam o grupo vocal Wilson Phillips. As meninas cantaram 'Forever', composição de Roy, em sua homenagem.
(**) - Sempre lembrando que a criação da Electric Light Orchestra foi uma bolação de Roy e Jeff Lynne, desde o início do The Move que Roy demonstrou sua paixão por música clássica, com citações em várias músicas de peças de Tschaikovsky, Bach, Paul Dukas, Schubert, etc." Fernando (oneplusone) Torres
Outro ponto são as composições. Mantendo o padrão do "surpreenda o ouvinte a cada minuto" temos em 'Mustard' desde boggie woogie, hard rock e música pop anos 50, até música clássica(**). Os instrumentais e arranjos são também bastante complexos, e a cada audição percebe-se uma nuance que passou antes desapercebida.
O que talvez pareça um paradoxo para alguns, é que mesmo sendo o disco de uma banda de um homem só, essencialmente sem interação com outros músicos, a audição de 'Mustard' passa uma dose de emoção muito grande. É uma viagem muito particular do Roy: um imenso conjunto de influências musicais + enorme talento, criatividade e habilidade. O resultado são obras, dentre muitas outras, como "Boulders" e "Mustard". E lembrando: 'Mustard' foi lançado em 1975: estúdios digitais, computadorizados, não existiam (nem se sonhava isso) na época.
Observações:
(*) - Roy tocou sax no album "15 Big Ones" dos Beach Boys. Nessa época, esteve na casa de Brian Wilson e foi recebida pelas filhas de Brian, ainda crianças e que mais tarde formariam o grupo vocal Wilson Phillips. As meninas cantaram 'Forever', composição de Roy, em sua homenagem.
(**) - Sempre lembrando que a criação da Electric Light Orchestra foi uma bolação de Roy e Jeff Lynne, desde o início do The Move que Roy demonstrou sua paixão por música clássica, com citações em várias músicas de peças de Tschaikovsky, Bach, Paul Dukas, Schubert, etc." Fernando (oneplusone) Torres
